Submarinos nucleares na guerra do Atlântico Sul: aplicação dos fatores operacionais nas Malvinas

Verificou-se a aderência do emprego de submarinos de propulsão nuclear pelos britânicos na Guerra das Malvinas (também chamada de Guerra das Falklands) em confronto com a teoria dos Fatores Operacionais de Milan Vego. Sua abordagem dos Fatores Espaço, Tempo e Força indica que a maior vantagem operac...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Cadeiras, Eduardo Quaresma
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2023
País:Brasil
Institución:Marinha do Brasil (MB)
Repositorio:Repositório Institucional da Produção Científica da Marinha do Brasil (RI-MB)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.repositorio.mar.mil.br:ripcmb/846723
Acceso en línea:https://www.repositorio.mar.mil.br/handle/ripcmb/846723
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Emprego de Submarinos
Guerra das Malvinas
Reino Unido
Submarinos de Propulsão Nuclear
Fatores Operacionais
Submarino (DGPM-305)
Descripción
Sumario:Verificou-se a aderência do emprego de submarinos de propulsão nuclear pelos britânicos na Guerra das Malvinas (também chamada de Guerra das Falklands) em confronto com a teoria dos Fatores Operacionais de Milan Vego. Sua abordagem dos Fatores Espaço, Tempo e Força indica que a maior vantagem operacional e a maior liberdade de ação são obtidas através do balanceamento e equilíbrio entre os três fatores. No estudo do conflito abordado, observou-se que o emprego dos submarinos nucleares do Reino Unido se enquadrou às definições apresentadas dos Fatores Operacionais em diversos momentos. Contudo, o uso, conforme realizado na condução das operações pelos britânicos, não foi aderente ao modelo proposto, principalmente por dificuldades das forças britânicas em se contraporem às peculiaridades da área de operação, tendo sido especialmente inábeis em utilizar o Fator Espaço favoravelmente. Além disso, observou-se que todas as ocorrências de falhas e desalinhamentos no enquadramento da teoria foram no Fator Tempo, devido à falta de informações oportunas e acuradas de inteligência, gerando algumas perdas de oportunidades para as forças britânicas. As dificultadas enfrentadas pelos britânicos no conflito foram ligadas aos desalinhamentos no emprego inadequado dos Fatores Operacionais como uma possível explicação para a necessidade de um elevado esforço empreendido para obtenção da vitória operacional.