Influência do sistema renina angiotensina aldosterona periférico e central no desenvolvimento de insuficiência cardíaca em ratos

O infarto do miocárdio foi induzido em ratos pela oclusão permanente da artéria coronária esquerda em duas diferentes etapas. Na primeira, os ratos infartados foram tratados (CAPoral, 2g/L água) ou não (INF) com captopril por via oral imediatamente após o infarto e durante todo período do experiment...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Trindade, Daniel de Castro
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2008
País:Brasil
Institución:Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ)
Repositorio:Repositório Institucional da UFRRJ
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:rima.ufrrj.br:20.500.14407/14208
Acceso en línea:https://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/14208
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:infarto
sistema renina-angiotensina
Captopril
Infarct
Renin-angiotensin system
Medicina Veterinária
Descripción
Sumario:O infarto do miocárdio foi induzido em ratos pela oclusão permanente da artéria coronária esquerda em duas diferentes etapas. Na primeira, os ratos infartados foram tratados (CAPoral, 2g/L água) ou não (INF) com captopril por via oral imediatamente após o infarto e durante todo período do experimento (21 dias). Na segunda etapa, os ratos infartados foram tratados com captopril (CAPicv, 2 μL 25mg/mL/ 12-12 horas) ou salina (SAL) intracerebroventricular (icv) durante cinco dias consecutivos. As avaliações funcionais foram realizadas por eletrocardiograma (ECG) e ecocardiografia (ECO) antes e ao final do experimento. O estudo comportamental de ingestão de água ou salina hipertônica foi realizado em gaiolas metabólicas individuais durante todo período de injeções icv. A avaliação post-mortem foi realizada no final de cada etapa. Os ECGs dos grupos INF, CAPoral, SAL e CAPicv apresentaram valores similares e indicativos de presença de infarto extenso do miocárdio como: diminuição da amplitude do índice QRS, presença de onda Q em D1 e desvio do vetor QRS para direita. As principais diferenças ao final do tratamento entre os grupos INF e CAPoral foram a prevenção do aumento da onda P no grupo CAPoral e a atenuação do desvio do vetor QRS para direita. Em relação aos animais da segunda etapa, não houve diferenças significativas entre os grupos. No ECO realizado na primeira etapa, o grupo CAPoral mostrou atenuação das dilatações do átrio e ventrículo esquerdos, melhora na fração de ejeção e normalização do padrão de enchimento ventricular analisados pela técnica de Doppler. Na segunda etapa, o ECO mostrou que o tratamento com captopril promoveu redução significativa da dilatação do ventrículo esquerdo e melhora do enchimento ventricular. O estudo da ingestão de fluidos mostrou que o grupo CAPicv apresentou menor ingestão de água quando comparado ao grupo SAL. O consumo de salina hipertônica não foi significativamente diferente entre os grupos SAL e CAPicv. O grupo CAPoral apresentou menor tamanho de infarto quando comparado ao grupo INF, o que não foi observado no grupo CAPicv, que apresentou tamanho de infarto similar ao grupo SAL no estudo histológico.