A luta por reconhecimento da comunidade quilombola de cacimbinhas no estado de Alagoas: tramas e dramas numa sociedade reificada.

A proposta da tese é problematizar a Reificação a partir do esquecimento do Reconhecimento. Para tanto, realizamos uma pesquisa qualitativa através da análise de documento. O Reconhecimento formal não assegura às comunidades quilombolas o Reconhecimento Intersubjetivo. As comunidades quilombolas viv...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Dalmo Cavalcante de., MOURA
Tipo de recurso: tesis doctoral
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2023
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFCG
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:dspace.sti.ufcg.edu.br:riufcg/42692
Acceso en línea:https://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/42692
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Cacimbinhas - Alagoas - Comunidade Quilombola de Guaxinim
Reconhecimento de comunidade quilombola
Sociologia educacional
Comunidade Quilombola de Guaxinim - Cacimbinhas - Alagoas
Reificação
Teoria crítica
Socialismo democrático
Tese - Universidade Federal de Alagoas
Universidade Federal de Alagoas - Tese
Quilombolas
Mulheres quilombolas
Lideranças femininas quilombolas - Alagoas
Quilombismo
Invisibilidade - comunidades quilombolas - Alagoas
Cacimbinhas - Alagoas - Quilombola Community of Guaxinim
Quilombola Community Recognition
Educational Sociology
Quilombola Community of Guaxinim - Cacimbinhas - Alagoas
Reification
Critical Theory
Democratic Socialism
Thesis - Federal University of Alagoas
Federal University of Alagoas - Thesis
Quilombola Women
Quilombola Female Leaders - Alagoas
Invisibility - Quilombola Communities - Alagoas
Educação.
Descripción
Sumario:A proposta da tese é problematizar a Reificação a partir do esquecimento do Reconhecimento. Para tanto, realizamos uma pesquisa qualitativa através da análise de documento. O Reconhecimento formal não assegura às comunidades quilombolas o Reconhecimento Intersubjetivo. As comunidades quilombolas vivenciam uma experiência de degradações de direitos, ao fazerem parte de um ciclo de Não- Reconhecimento que potencializa as Patologias Sociais de invisibilidade, esquecimento, desprezo e reificação. A Teoria Crítica aprofunda a discussão sobre a perspectiva da luta por Reconhecimento através do amor, do direito e da solidariedade. Sem o Reconhecimento Intersubjetivo não há possibilidade de participação das comunidades quilombolas na reprodução social. Para Honneth (2009), a origem dos conflitos sociais e luta é por ampliação dos padrões de Reconhecimento Intersubjetivo presente em suas três esferas: amor, direito e solidariedade. Sendo assim, com o Reconhecimento Intersubjetivo é alcançada a liberdade social. O problema para as comunidades quilombolas como mostra o INCRA (2012) é fazer as necessidades da comunidade quilombola parte da agenda política. O Reconhecimento formal não assegura às comunidades quilombolas o potencial de participação na reprodução social como mostra também SEPLAG (2015). Nesse contexto, Honneth (2017) amplia o conceito de Socialismo Democrático ao relacionar a um experimentalismo histórico. Por sua vez, Nascimento (2019) propõe um Socialismo Democrático mais radical com a proposta de formação de um Estado Quilombola. Portanto, o Reconhecimento e a Reificação são debatidos a partir da Comunidade Quilombola Guaxinim do Município de Cacimbinhas no Estado de Alagoas, Brasil.