AS COSMOVISÕES DOS POVOS INDIGENAS KICHWAS E WAORANIS, BUEN VIVIR E A INICIATIVA YASUNI-ITT
Neste artigo discutimos as cosmovisões dos povos indígenas das etnias Kichwas e Waoranis com relação à proposta da Iniciativa Yasuni-ITT no Equador. Adotamos uma metodologia de cunho qualitativo para esta pesquisa, a qual foi realizada na Região Amazônica Equatoriana (RAE), em 2017. Nosso percurso e...
| Autor: | |
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| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2021 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Revista Espaço ameríndio |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:seer.ufrgs.br:article/117798 |
| Acesso em linha: | https://seer.ufrgs.br/index.php/EspacoAmerindio/article/view/117798 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Iniciativa Yasuni-ITT. Povos indígenas. Extrativismo. Buen Vivir. Decolonialidade AS COSMOVISÕES DOS POVOS INDIGENAS BUEN VIVIR E A INICIATIVA YASUNI-ITT |
| Resumo: | Neste artigo discutimos as cosmovisões dos povos indígenas das etnias Kichwas e Waoranis com relação à proposta da Iniciativa Yasuni-ITT no Equador. Adotamos uma metodologia de cunho qualitativo para esta pesquisa, a qual foi realizada na Região Amazônica Equatoriana (RAE), em 2017. Nosso percurso empírico-analítico visou mapear e compreender a(s) perspectiva(s) dos povos indígenas sobre a proposta da Iniciativa Yasuni-ITT e da exploração de petróleo nos territórios de possessão ancestral. Como também, discutimos o turismo comunitário como uma das alternativas de desenvolvimento voltado ao Sumak Kawsay/Buen Vivir e ecoamos alguns processos de resistência contra o extrativismo desde as comunidades indígenas. O campo nos propiciou perceber como se manifestam no mundo vivido as cosmovisões destes povos, sobretudo no que tange à forma de se relacionar com o território e com outras formas de vida. Recordemos que para estas cosmovisões um aspecto importante é o relacional, sendo assim não existe a ideia de indivíduo, porque somos família, somos comunidade, não existe um eu separado dos outros, por isso intersomos: eu sou porque tu és; que também é a filosofia Ubuntu na África. |
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