CIDADE PARTIDA: SEGREGAÇÃO INDUZIDA E AUTO-SEGREGAÇÃO URBANA
Este artigo apresenta algumas considerações sobre aspectos da segregação sócio-espacial urbana, numa análise que parte do processo de produção social do espaço urbano, que resulta em uma cidade cada vez mais descontinua, social e espacialmente. Desse modo, procura-se discorrer a respeito da segregaç...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2010 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Uberlândia (UFU) |
| Repositorio: | Caminhos de Geografia |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.www.seer.ufu.br:article/15899 |
| Acceso en línea: | https://seer.ufu.br/index.php/caminhosdegeografia/article/view/15899 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | auto-segregação segregação induzida produção do espaço urbano. |
| Sumario: | Este artigo apresenta algumas considerações sobre aspectos da segregação sócio-espacial urbana, numa análise que parte do processo de produção social do espaço urbano, que resulta em uma cidade cada vez mais descontinua, social e espacialmente. Desse modo, procura-se discorrer a respeito da segregação urbana em duas dimensões distintas: a segregação induzida e a auto-segregação urbana. A primeira relacionada as camadas menos abastadas que ocupam as áreas mais precárias, enquanto que a segunda trata das novas formas de habitats urbanos (como os loteamentos fechados) produzidos paras as classes de alto padrão econômico. Esses processos geram uma cidade cada vez mais fragmentada, uma cidade partida, onde os semelhantes passam a conviver entre si, rompendo-se com a possibilidade de (con) viver com as diferenças. |
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