Divulgação do acervo arqueológico mineração no período colonial em Ouro Preto e Mariana.
As cidades de Ouro Preto e Mariana foram palco de intensas atividades de mineração do ouro no período colonial (Século XVIII), que deixaram remanescentes e vestígios até os dias atuais. O esvaziamento das atividades mineiras e, consequentemente das cidades, fez com que este acervo fosse preservado a...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2014 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFOP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufop.br:123456789/8323 |
| Acceso en línea: | http://www.repositorio.ufop.br/handle/123456789/8323 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Mineração - século XVIII Acervo arqueológico Ouro Preto - MG Mariana - MG |
| Sumario: | As cidades de Ouro Preto e Mariana foram palco de intensas atividades de mineração do ouro no período colonial (Século XVIII), que deixaram remanescentes e vestígios até os dias atuais. O esvaziamento das atividades mineiras e, consequentemente das cidades, fez com que este acervo fosse preservado até a década de 1970, quando iniciou-se o processo de ocupação urbana destas áreas, muitas vezes com a degradação do patrimônio, pela depredação dos resquícios da antiga mineração, quase sempre pelo desconhecimento da importância destes locais. Na década de 1990 iniciaram-se estudos nestas áreas com a abordagem da preservação patrimonial, com o cadastramento e mapeamento de ruínas, estruturas de mineração e galerias subterrâneas, sendo que hoje tem-se um bom conhecimento do acervo existente. Neste contexto, há uma grande demanda pela divulgação da existência e da importância deste acervo e dos estudos que até o momento foram realizados sobre o tema junto ás comunidades que habitam estas áreas. Assim, o projeto de extensão aqui relatado foi desenvolvido para tentar preencher a lacuna e fomentar uma maior participação da população na preservação do patrimônio arqueológico, buscando criar um elo entre o conhecimento acadêmico hoje existente e as comunidades que residem nos locais onde houve a extração de ouro no século XVIII. O projeto focou cinco comunidades, porém em duas delas fatores externos impediram a continuidade dos trabalhos. As principais atividades desenvolvidas foram o inventário e coleta de dados e informações acerca dos locais, realização de reuniões e palestras junto às comunidades abordando o patrimônio e a história da mineração do ouro no Século XVIII, caminhadas pelos sítios arqueológicos e debates sobre o tema. Também constou como parte do projeto o mapeamento e a avaliação da estabilidade de algumas minas subterrâneas que são atualmente exploradas turisticamente por moradores de uma das comunidades alvo das atividades do projeto. |
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