As rugas que irrompem na superfície lisa da história: as formas clandestinas de informação nas décadas de 60/70 em Juiz de Fora
A pesquisa investiga as ruínas e os rastros discursivos, cujas formas narrativas foram capazes de se entranhar pelas frestas dos discursos hegemônicos e escaparem ao seu controle, e se articula em duas frentes complementares, História e Comunicação, cujas “afinidades eletivas” concernem à reflexão a...
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| Tipo de recurso: | libro |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2023 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFJF |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:hermes.cpd.ufjf.br:ufjf/15798 |
| Acceso en línea: | https://doi.org/10.34019/ufjf.ebook.2021.00038 https://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/15798 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | CNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::COMUNICACAO Imprensa História Ditadura Arquivos Clandestinidade History Dictatorship Archives Clandestinity |
| Sumario: | A pesquisa investiga as ruínas e os rastros discursivos, cujas formas narrativas foram capazes de se entranhar pelas frestas dos discursos hegemônicos e escaparem ao seu controle, e se articula em duas frentes complementares, História e Comunicação, cujas “afinidades eletivas” concernem à reflexão acerca das instâncias de interlocução, aos limites e às possibilidades do diálogo entre duas epistemologias. A pesquisa investiga parte da história de resistência à ditadura civil-militar de 1964 no Brasil, por parte de militantes políticos na cidade de Juiz de Fora, durante as décadas de 1960 e 1970. Por meio da análise dos jornais clandestinos O Porrete e Luta, e do jornal manuscrito Até Sempre 3, foi-nos possível identificar a resistência ao regime ditatorial. |
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