A sexualidade e a depressão no cotidiano das gestantes com história de aborto espontâneo de repetição

Analisar, entre gestantes com histórico de aborto espontâneo de repetição (AER), os sintomas de depressão, o comportamento sexual, o apoio emocional dos companheiros e as inter-relações entre esses fatores. Métodos: trata-se de um estudo prospectivo casocontrole, sendo o primeiro grupo formado por A...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Francisco, Maria de Fatima Rezende [UNIFESP]
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2013
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Repositorio:Repositório Institucional da UNIFESP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.unifesp.br:11600/48103
Acceso en línea:https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=964545
http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/48103
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:aborto espontâneo de repetição
sexualidade
depressão
Descripción
Sumario:Analisar, entre gestantes com histórico de aborto espontâneo de repetição (AER), os sintomas de depressão, o comportamento sexual, o apoio emocional dos companheiros e as inter-relações entre esses fatores. Métodos: trata-se de um estudo prospectivo casocontrole, sendo o primeiro grupo formado por AER e o segundo, por primigestas. Foram utilizados o Beck Depression Inventory (BDI), o Female Sexual Function Index (FSFI) e mais dois questionários, um sobre aspectos emocionais decorrentes da relação sexual na gravidez e outro sobre o apoio emocional e social oferecido pelo companheiro. Para comparar as variáveis quantitativas, com distribuição normal, utilizou-se o teste t de Student, e as variáveis categóricas foram comparadas com base no teste qui-quadrado ou no teste exato de Fisher. A significância estatística foi considerada para valores de p<0,05. Resultados: O BDI indicou incidência aproximadamente duas vezes maior de depressão no grupo AER. Quanto à função sexual, os escores médios do FSFI foram menores para o grupo AER, e apenas no âmbito do desejo (média 3,4± 1,3 para o grupo AER e 3,7± 1,1) não houve significância estatística. Observamos que, independentemente de a gestante ter ou não histórico de AER, quanto maior o escore de depressão, menor o escore de sexualidade. Conclusões: gestantes do grupo AER apresentam depressão com frequência duas vezes maior e função sexual mais comprometida. Há associação inversa entre depressão e função sexual/apoio emocional do companheiro e associação direta entre apoio emocional e função sexual.