Influência da fotoestimulação na dinâmica de nascimentos e características intestinais de pintos de corte
O presente trabalho está organizado em 4 Capítulos. O Capítulo 1 apresenta a Introdução e as Considerações Gerais sobre o tema estudado. No Capítulo 2, foi analisado se fotoestimulação intermitente (1 min de luz seguido de 4 minutos de escuro, durante 12 h, das 6:30 às 18:30h, 1200 Lux fornecido por...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2021 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UNESP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unesp.br:11449/216877 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/11449/216877 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Intestinos. Aves domésticas. Pinto. Fisiologia. |
| Sumario: | O presente trabalho está organizado em 4 Capítulos. O Capítulo 1 apresenta a Introdução e as Considerações Gerais sobre o tema estudado. No Capítulo 2, foi analisado se fotoestimulação intermitente (1 min de luz seguido de 4 minutos de escuro, durante 12 h, das 6:30 às 18:30h, 1200 Lux fornecido por sistema em série de lâmpadas LED) no nascedouro, a partir do 18º dia de incubação, influencia a eclodibilidade, a frequência de nascimentos e a qualidade dos pintos de corte. Os resultados mostram que fotoestimulação intermitente a partir do 18º dia de incubação não alterou a duração média da incubação, eclodibilidade e a qualidade física dos pintos, mas reduziu a janela de eclosão em 8h. Além disso, pintos de ovos mantidos sob fotoestimulação intermitente apresentaram menor TIT que os pintos de ovos incubados sem fotoestimulação. Isso indicou que fotoestimulação intermitente no nascedouro aumenta o sincronismo na eclosão e torna os pintos mais ativos. No Capítulo 3, foram analisadas a dinâmica de nascimentos diurnas e noturnas e a qualidade dos pintos de ovos expostos ou não a fotoestimulação intermitente (1 min de luz seguido de 4 minutos de escuro, durante 12 h, das 6 às 18h, 1200 Lux fornecido por sistema em série de lâmpadas LED) a partir do 18º dia de incubação (no nascedouro). Não ocorreram diferenças na taxa de eclosão total, peso corporal, qualidade, peso corporal, comprimentos bico-cauda, bico-dedo médio e de perna, e envergadura de asas entre os pintos com nascimento diurno e noturno e nem entre tratamentos (com e sem fotoestimulação). Os resultados revelam, pela primeira vez na literatura, descontinuidade de eclosão, diferenças entre os padrões de eclosão diurna e noturna de pintos de corte e menor janela de eclosão com maior sincronismo de eclosão noturna do que diurna em pintos corte, evidenciando possibilidade futura de manejo pratico de retirada diurna e noturna de pintos dos nascedouros. No Capítulo 4, por sua vez, foi analisado se fotoestimulação diurna ou noturna contínua (250 Lux ao nível da superfície dos ovos, durante 12 h, das 6 às 18h e das 18 às 6h) influencia o desenvolvimento da mucosa intestinal de pintos de corte. Os resultados evidenciam que o fornecimento do fotoestimulação durante a incubação reduz temperatura de superfície dos ovos quando expostos a fotoestimulação durante a noite. Os pintos nascidos de ovos incubados sob fotoestimulação apresentaram vilosidades intestinais menores do que os pintos oriundos de ovos incubados sem fotoestimulação. Isso indica que fotoestimulação diurna ou noturna durante a incubação não favoreceu o desenvolvimento das vilosidades intestinais e que incubação sob ausência de luz parece mais adequado para que os pintos nasçam com vilosidade intestinal de maior tamanho. |
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