Entre a justiça dos homens e a Justiça de Xangô
A justiça de Xangô é interseccional e afrocentrada, pois resgata os saberes ancestrais e epistemologias negras que, historicamente, foram invisibilizadas ou dizimadas pelo processo violento da colonização. As misturas e mistérios do mundo se entrelaçam na filosofia da ancestralidade. Não se trata de...
| Autores: | , |
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| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2025 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Federal de Sergipe (UFS) |
| Repositorio: | Diké - Revista do Mestrado em Direito da UFS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.ufs.emnuvens.com.br:article/22981 |
| Acesso em linha: | https://periodicos.ufs.br/dike/article/view/22981 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Desigualdade Interseccionalidade Justiça de Xangô |
| Resumo: | A justiça de Xangô é interseccional e afrocentrada, pois resgata os saberes ancestrais e epistemologias negras que, historicamente, foram invisibilizadas ou dizimadas pelo processo violento da colonização. As misturas e mistérios do mundo se entrelaçam na filosofia da ancestralidade. Não se trata de uma mera saudade do passado, mas de uma referência de como os nossos antepassados deixaram movimentos para continuar a saga da existência de corpos destituídos de sua humanidade. |
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