Avaliação eletromiográfica dos músculos do membro superior de indivíduos hemiparéticos com uso da Terapia do Espelho.

O objetivo deste estudo foi analisar a atividade elétrica muscular durante a realização da Terapia do Espelho no membro superior parético de indivíduos com sequela de AVE. Trata-se de um estudo de caráter quantitativo. Participaram desta pesquisa dez usuários do Centro de Reabilitação SORRI-BAURU, c...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Rodrigues, Ana Cláudia Tavares, Faganello-Navega, Flávia Roberta
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2016
País:Brasil
Recursos:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Revista de Terapia Ocupacional da Universidade de São Paulo
Idioma:portugués
inglés
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/114642
Acesso em linha:https://www.revistas.usp.br/rto/article/view/114642
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Acidente vascular encefálico
Eletromiografia
Terapia ocupacional.
Stroke
electromyography
Occupational therapy.
Descrição
Resumo:O objetivo deste estudo foi analisar a atividade elétrica muscular durante a realização da Terapia do Espelho no membro superior parético de indivíduos com sequela de AVE. Trata-se de um estudo de caráter quantitativo. Participaram desta pesquisa dez usuários do Centro de Reabilitação SORRI-BAURU, com histórico de AVE há pelo menos seis meses, com sequela de hemiparesia. A coleta de dados foi constituída pela aplicação da Escala Modificada de Ashworth e avaliação eletromiográfica dos seguintes músculos do membro superior acometido: abdutor curto do polegar, flexor radial do carpo, extensor ulnar do carpo, bíceps e tríceps. A análise do sinal EMG foi realizada em rotinas específicas desenvolvidas em ambiente Matlab (Mathworks®) e a análise estatística feita através do teste ANOVA para medidas repetidas, sendo adotado o nível de significância de p<0,05. Foram encontradas diferenças significativas nos dados referentes aos músculos abdutor curto do polegar (p=0,005); flexor radial do carpo (p=0,032); bíceps (p=0,002) e tríceps braquial (p=0,024), provavelmente, devido a uma adequação do tônus durante a realização da Terapia do Espelho, porém, ainda é necessária a realização de estudos que comparem estes dados pré e pós-intervenção com o uso da técnica, em busca de uma recuperação motora mais efetiva do membro acometido.