A evolução da segregação por qualificação profissional ao nível das firmas

Este artigo mede a evolução, entre 1996 e 2005, da segregação por qualificação profissional no que se refere a firmas no mercado de trabalho formal brasileiro. O objetivo é verificar em que medida as firmas possuem uma composição de qualificação laboral diferente daquela dos trabalhadores como um to...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Bahia, Luiz Dias, Coelho, Danilo Santa Cruz, Silva, Alexandre Messa Peixoto da, Soares, Sergei Suarez Dillon
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2009
País:Brasil
Institución:Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA)
Repositorio:Repositório Institucional da IPEA (RCIpea)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.ipea.gov.br:11058/2611
Acceso en línea:http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/2611
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Qualificação profissional
Trabalhadores qualificados
Segregação laboral
Mercado de trabalho formal
Descripción
Sumario:Este artigo mede a evolução, entre 1996 e 2005, da segregação por qualificação profissional no que se refere a firmas no mercado de trabalho formal brasileiro. O objetivo é verificar em que medida as firmas possuem uma composição de qualificação laboral diferente daquela dos trabalhadores como um todo. A segregação é medida para quatro diferentes atributos de qualificação laboral: anos de estudo, salário, tempo de emprego e idade. O resultado principal é que, contrastando com o que está ocorrendo nos Estados Unidos, na Grã-Bretanha e na França, há uma diminuição da segregação quando o atributo é educação. Trata-se de um fenômeno claro, que ocorre em todas as regiões do país.