Behavioral variant frontotemporal dementia in patients with previous severe mental illness: a systematic and critical review
Objetivos: Explorar a relação entre doença mental grave (DMG) e a variante comportamental da demência frontotemporal (DFTvc), uma vez que os padrões de sintomas e de desempenho cognitivo que caracterizam ambos os transtornos compartilham semelhanças. Métodos:Revisão sistemática investigando estudos...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2019 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFMG |
| Idioma: | inglés |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufmg.br:1843/62842 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/1843/62842 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Bipolar disorder Frontotemporal Dementia Psychotic Disorders Schizophrenia |
| Sumario: | Objetivos: Explorar a relação entre doença mental grave (DMG) e a variante comportamental da demência frontotemporal (DFTvc), uma vez que os padrões de sintomas e de desempenho cognitivo que caracterizam ambos os transtornos compartilham semelhanças. Métodos:Revisão sistemática investigando estudos publicados sobre a relação entre DFTvc e DMG. Os estudos foram selecionados nas bases de dados PubMed e LILACS, incluindo aqueles publicados até 12 de fevereiro de 2018. A estratégia de busca incluiu os seguintes termos: “demência frontotemporal” e “bipolar”, OU “demência frontotemporal” e “esquizofrenia” OU “demência frontotemporal” e “esquizoafetivo”. Publicações sem resumos, relatos de casos sem confirmação genética ou histopatológica, revisões e artigos escritos em idiomas que não fossem o inglês não foram selecionados na busca sistemática. Resultados: A pesquisa no PubMed encontrou 186 artigos, dos quais 42 alcançaram critérios de elegibilidade. Na base de dados LILACS, nenhum dos nove artigos identificados atendeu aos requisitos. Foram identificados três objetivos de pesquisa principais: buscar anormalidades genéticas associadas à degeneração lobar frontotemporal (DLFT) em pacientes com SMI prévia; comparar o perfil cognitivo entre pacientes acometidos por doenças neurodegenerativos e esquizofrênicos; destacar a associação entre DFTvc e condições psiquiátricas precedentes e/ou distinguir ambos. As mutações investigadas foram encontradas infrequentemente nas amostras estudadas. Os estudos transversais comparando o desempenho cognitivo entre DFTvc e os transtornos psiquiátricos não encontraram diferença, e houve apenas relatos de casos confirmando de DLFT em pacientes com diagnósticos psiquiátricos prévios. Conclusões: A evidência disponível demonstra quão frágil é o entendimento atual sobre a associação entre DFTvc e DMG |
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