Cidades temporárias: brechas e contra-brechas na cidade
O objetivo deste estudo é, a partir da delimitação de um espaço central de São Paulo compreendido simbólica e rizomaticamente entre o Elevado Presidente João Goulart (“Minhocão”, no Centro) e o Largo da Batata (Pinheiros, Zona Oeste), investigar como se comportam determinadas ações culturais institu...
| Autores: | , |
|---|---|
| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2017 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários, Cientistas da Informação e Instituições (FEBAB) |
| Repositorio: | RBBD. Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.rbbd.febab.org.br:article/758 |
| Acceso en línea: | https://rbbd.febab.org.br/rbbd/article/view/758 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Ciência da Informação Espaço público Política cultural Brechas e contra-brechas Cultura e cidade. |
| Sumario: | O objetivo deste estudo é, a partir da delimitação de um espaço central de São Paulo compreendido simbólica e rizomaticamente entre o Elevado Presidente João Goulart (“Minhocão”, no Centro) e o Largo da Batata (Pinheiros, Zona Oeste), investigar como se comportam determinadas ações culturais institucionais e não institucionais circunscritas nessa centralidade que promovem a conexão entre a cultura e a produção da cidade, operando numa tensão contínua entre o consenso e o dissenso e na tensão entre as noções de público e de privado na cidade, num movimento que se dá por esforços intencionais — muitas vezes por razões econômicas —, mas também pelo inesperado e pelo encontro fortuito com o simbólico nas brechas e contra-brechas da cidade. Deseja-se, com esta reflexão, contribuir para o pensamento de novos caminhos para a Política Cultural e a Ciência da Informação, em que a promoção do diálogo entre os recursos culturais da cidade e seus atores sociais se dê a partir de conexões móveis e muitas vezes imprevistas, que partem do que é próprio do tenso e do instável, sim, mas em busca do que é comum e que projete outros futuros em que desejo e necessidade não estejam tão apartados. |
|---|