Clinical and sociodemographic profile of adults hospitalized in palliative care
Objetivo: caracterizar o perfil clínico e sociodemográfico de adultos hospitalizados e acompanhados por equipe de consultoria em cuidados paliativos. Método: estudo quantitativo, descritivo, do tipo retrospectivo. A amostra foi constituída por 53 pacientes acompanhados, entre outubro de 2018 e dezem...
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| Format: | article |
| Status: | Published version |
| Publication Date: | 2022 |
| Country: | Brasil |
| Institution: | Universidade Federal do Piauí (UFPI) |
| Repository: | Revista de Enfermagem da UFPI |
| Language: | Portuguese English |
| OAI Identifier: | oai:periodicos.ufpi.br:article/766 |
| Online Access: | https://periodicos.ufpi.br/index.php/reufpi/article/view/766 |
| Access Level: | Open access |
| Keyword: | Cuidados Paliativos na Terminalidade da Vida Hospitais Cuidados Paliativos Estado Terminal |
| Summary: | Objetivo: caracterizar o perfil clínico e sociodemográfico de adultos hospitalizados e acompanhados por equipe de consultoria em cuidados paliativos. Método: estudo quantitativo, descritivo, do tipo retrospectivo. A amostra foi constituída por 53 pacientes acompanhados, entre outubro de 2018 e dezembro de 2019, por equipe de um hospital do Sul do Brasil e por um projeto de extensão. Os dados foram extraídos dos instrumentos de avaliação do projeto e organizados no programa Microsoft Excel. A análise se deu por meio de estatística descritiva. Resultados: identificou-se baixo nível de escolaridade e renda. A neoplasia de pulmão foi o diagnóstico mais frequente, relacionado ao tabagismo, hábito prevalente. Dor foi a principal queixa. Cansaço, bem-estar, sono, ansiedade e depressão foram pior autoavaliados. Opioides foram mais prescritos para o controle da dor, entretanto não estiveram em igual proporção os laxativos. Quanto ao uso de dispositivos de saúde, os respiratórios predominaram. O óbito foi o principal desfecho. Conclusão: o perfil sociodemográfico deve ser identificado pelas equipes e considerado no planejamento da alta hospitalar em cuidados paliativos. Sintomas físicos pareceram melhor controlados, sobressaindo-se para tal o uso de medidas farmacológicas. Sintomas psíquicos e relacionados ao conforto merecem avaliação abrangente e intervenções mais específicas das equipes de saúde. |
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