Ações manipulativas de crianças com baixa visão dos 4 aos 6 anos durante o ato de brincar com diferentes cubos
Introdução: as ações manipulativas são definidas como um conjunto de movimentos que contribuem para o desenvolvimento infantil. Dessa forma, o ato de brincar e a escolha adequada dos brinquedos se tornam fundamentais ao estimular o desenvolvimento motor, cognitivo e biopsicossocial da criança. Objet...
| Autor: | |
|---|---|
| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2021 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Triangulo Mineiro (UFTM) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFTM |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:bdtd.uftm.edu.br:123456789/1172 |
| Acceso en línea: | http://bdtd.uftm.edu.br/handle/123456789/1172 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | CNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONAL Transtornos da visão. Crianças com deficiência. Destreza motora. Jogos e brinquedos. Vision disorders. Disabled children. Motor skills. Play and Playthings. |
| Sumario: | Introdução: as ações manipulativas são definidas como um conjunto de movimentos que contribuem para o desenvolvimento infantil. Dessa forma, o ato de brincar e a escolha adequada dos brinquedos se tornam fundamentais ao estimular o desenvolvimento motor, cognitivo e biopsicossocial da criança. Objetivos: identificar e descrever as ações manipulativas, verificar a frequência das ações manipulativas e o tempo de permanência com cada cubo. Apresentar as possibilidades de brincadeiras sugeridas pelas crianças com baixa visão e visão normal, dos quatro aos seis anos de idade, durante a manipulação de diferentes cubos. Materiais e Métodos: participaram oito crianças com baixa visão (BV) e oito com visão normal (VN) com 5,2 anos (± 0,88). Na avaliação das ações manipulativas e das brincadeiras foram utilizados seis cubos (transparente, preto, alto contraste (preto e branco), luminoso (cores variadas), auditivo e tátil). Foi permitido que a criança explorasse cada cubo por 40 segundos, com intervalo de dez segundos entre eles. Resultados: identificou-se 18 tipos de ações manipulativas, sendo quatro marcantes para a faixa etária do estudo: apoiar o cubo no vértice, jogar o cubo contra o solo, lançar o cubo e rolar o cubo no solo. As crianças com BV realizaram maior variedade de ações manipulativas no cubo preto, alto contraste e transparente. A maior frequência das ações para o grupo BV foram girar (p=0,028) o cubo luminoso; aproximar o cubo aos olhos (p=0,032) no cubo alto contraste; e alcance bimanual no cubo preto (p=0,008). Não houve diferença significativa no tempo de permanência com cada cubo. As brincadeiras pega-pega e jogar bola foram sugestões comuns entre as crianças em cada cubo, e na apresentação de todos os cubos foi a construção de uma torre. Conclusão: foram identificados 18 tipos de ações manipulativas para as crianças dos quatro aos seis anos. O grupo BV apresentou maior variedade e frequência de ações manipulativas, principalmente no cubo preto. Além disso, as crianças conseguiram ser criativas nas sugestões de brincadeiras ao manusear os diferentes cubos. |
|---|