Valor prognóstico e preditivo dos marcadores imunoistoquímicos no carcinoma invasor de mama
Base teórica: Nas últimas décadas, o prognóstico do câncer inicial da mama tem sido baseado nas características clínicas das pacientes e em aspectos histológicos dos tumores. Nos últimos anos, subtipos moleculares de carcinoma de mama foram identificados através de estudos de perfil genético por “DN...
| Autor: | |
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| Formato: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2007 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/12105 |
| Acesso em linha: | http://hdl.handle.net/10183/12105 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Neoplasias da mama Carcinoma Biomarcadores tumorais Breast cancer Breast neoplasia molecular subtypes Immunohistochemistry |
| Resumo: | Base teórica: Nas últimas décadas, o prognóstico do câncer inicial da mama tem sido baseado nas características clínicas das pacientes e em aspectos histológicos dos tumores. Nos últimos anos, subtipos moleculares de carcinoma de mama foram identificados através de estudos de perfil genético por “DNA microarray”. Esta nova classificação pode melhorar a avaliação prognóstica, porém ainda não está disponível e é de alto custo. A possibilidade de identificar subtipos moleculares através de métodos mais simples e de menor custo é particularmente importante em países com recursos limitados. A identificação de subtipos do câncer de mama é particularmente importante pelas implicações clínicas e pelas opções de tratamento. Métodos: Uma coorte retrospectiva de 71 pacientes consecutivas com carcinoma primário de mama de estágio clínico I e II, tratadas no Serviço de Mastologia do HCPA entre os anos de 1993 e 1997 com um seguimento mínimo de 5 anos.Foram revisados dados sobre características clínicas, histopatológicas, evolução clínica e desfechos apresentados no período. Foi realizada uma análise imunoistoquímica de blocos representativos dos tumores, avaliando-se o Receptor Estrogênico (RE), o Receptor de Progesterona (RP), o HER2, o Ki-67, o Bcl-2, o p53, o p63 e o CK8. Os objetivos foram determinar a prevalência do perfil molecular nesta população e em seus desfechos clínicos. Resultados: 39 tumores (54,9 %) foram luminal A; 15 tumores (21,1%) foram luminal B; 15 tumores (21,1) foram basais ou triplo negativos e somente 2 tumores (2,8%) foram HER2. Não houve diferença no prognóstico entre os subtipos de câncer de mama: luminal A (RH positivo e HER2 negativo); luminal B (RH positivo e HER2 positivo); HER2 (HER2 positivo) e basal (RH negativo, HER2 negativo) em relação à sobrevida livre de doença e à sobrevida global, embora apresentassem uma forte correlação com a diferenciação e com o grau tumoral. Provavelmente, isto se deve ao pequeno número de pacientes e ao prognóstico de pacientes com estágios iniciais da doença. Conclusões: Nossos resultados sugerem que é possível identificar os subtipos do câncer de mama pela análise imunoistoquímica de RE, RP e HER2, e que a adição de outros marcadores não melhora a estimativa de prognóstico. O perfil molecular pode ser um instrumento valioso para o manejo do câncer de mama em países com recursos limitados. |
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