Fatores que influenciam o acúmulo de saponinas em quillaja brasiliensis

As saponinas de Quillaja brasiliensis, espécie nativa do sul do Brasil, apresentam notáveis semelhanças com as de Quillaja saponaria, conhecidas pela atividade adjuvante em formulações de vacinas. A potencial atividade adjuvante da fração de saponinas denominada QB-90, isolada das folhas de Q. brasi...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Costa, Fernanda de
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2009
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/233181
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/10183/233181
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Quillaja brasiliensis : Saponinas
QB-90
Osmotic stress
Post-harvest
Descripción
Sumario:As saponinas de Quillaja brasiliensis, espécie nativa do sul do Brasil, apresentam notáveis semelhanças com as de Quillaja saponaria, conhecidas pela atividade adjuvante em formulações de vacinas. A potencial atividade adjuvante da fração de saponinas denominada QB-90, isolada das folhas de Q. brasiliensis, foi demonstrada em modelo murino. Neste estudo, o efeito de fatores abióticos e procedimentos pós-colheita foram investigados em relação ao acúmulo de QB-90. O estresse osmótico em discos foliares aumentou o conteúdo de QB-90 em duas vezes, quando tratados com sorbitol 100 mM após 4 dias. Experimentos com qualidade e intensidade de luz indicaram um aumento nos teores de QB-90 com luz vermelha e aumento da irradiância de luz branca, sem diferenças significativas na concentração de açúcares solúveis totais. Procedimentos pós-colheita demonstraram uma diferença na susceptibilidade de degradação de QB-90 entre cascas e folhas. Folhas mantiveram o teor de QB-90 em todos os experimentos realizados: armazenagem a temperatura ambiente (25°C); armazenagem a temperatura ambiente sob vácuo; armazenagem a -12°C, armazenagem a 40°C e armazenagem a 60°C. Entretanto, resultados obtidos com os mesmos tratamentos para cascas, indicaram degradação de QB-90 nas temperaturas mais elevadas. Estes resultados indicam que a fração bioativa de saponinas de Q. brasiliensis pode ter seu rendimento aumentado por estresse hídrico e por condições de luz.