IL-6 and IL-10 levels in the umbilical cord blood of newborns with a history of crack/cocaine exposure in utero : a comparative study

Introdução: A exposição pré-natal à cocaína está associada a problemas neurocomportamentais durante a infância e adolescência. A ativação precoce da resposta inflamatória pode contribuir para tais alterações. Nosso objetivo foi comparar marcadores inflamatórios (IL-6 e IL-10) no sangue do cordão umb...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Mardini, Victor, Rohde, Luis Augusto Paim, Ceresér, Keila Maria Mendes, Gubert, Carolina de Moura, Silva, Emily Galvão da, Xavier , Fernando Antonio Costa, Parcianello, Rodrigo Ritter, Röhsig, Liane Marise, Pechansky, Flavio, Pianca, Thiago Gatti, Szobot, Claudia Maciel
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2016
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Repositório Institucional da UFRGS
Idioma:inglés
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/164969
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/10183/164969
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Cocaína crack
Interleucinas
Recém-nascido
Gravidez
Cytokines
Pregnancy
Crack cocaine
Umbilical cord blood
Newborn
Interleukins
Descripción
Sumario:Introdução: A exposição pré-natal à cocaína está associada a problemas neurocomportamentais durante a infância e adolescência. A ativação precoce da resposta inflamatória pode contribuir para tais alterações. Nosso objetivo foi comparar marcadores inflamatórios (IL-6 e IL-10) no sangue do cordão umbilical e no sangue periférico materno na hora do parto, entre recém-nascidos expostos ao crack intraútero e recém-nascidos não expostos. Métodos: Neste estudo transversal, 57 recém-nascidos expostos ao crack intraútero (RNE) e 99 recém-nascidos não expostos (RNNE) foram comparados quanto aos níveis de IL-6 e IL-10. Dados sociodemográficos e perinatais, psicopatologia materna, consumo de nicotina e outras substâncias foram sistematicamente coletados em casos e controles. Resultados: Após o ajuste para potenciais confundidores, a média de IL-6 foi significativamente maior nos RNE em comparação aos RNNE [10.208,54, intervalo de confiança (IC95%) 1.328,54- 19.088,55 versus 2.323,03, IC95% 1.484,64-3.161,21; p = 0,007; modelo linear generalizado (MLG)]. A média ajustada de IL-10 foi significativamente maior nos RNE do que nos RNNE (432,2189, IC95% 51,44-812,88 versus 75,52, IC95% 5,64- 145,39, p = 0,014; MLG). Medidas pós-parto ajustadas de IL-6 foram significativamente maiores nas mães que usaram de crack/ cocaína (25.160,05, IC95% 10.958,15-39.361,99 versus 8.902,14, IC95% 5.774,97-12.029,32; p = 0,007; MLG), sem diferenças significativas para IL-10. Não houve correlação entre níveis maternos e neonatais de citocinas (teste de Spearman, p ≥ 0,28 para todas as medidas). Conclusões: IL-6 e IL-10 podem ser biomarcadores precoces da exposição pré-natal a cocaína em recém-nascidos. Esses resultados podem ajudar a elucidar as vias neurobiológicas subjacentes a alterações do desenvolvimento e aumentar a gama de possibilidades para intervenção precoce.