Internação por hanseníase e suas sequelas: um estudo descritivo
Objetivo: Estudar os registros por internações no Sistema Único de Saúde por hanseníase e sequelas de hanseníase no Estado de Minas Gerais no período de 2008 a 2019. Métodos: Estudo descritivo, observacional, realizado em Minas Gerais, Brasil, no período de 1 de janeiro de 2008 a 31 de dezembro de 2...
| Autores: | , , , , , , |
|---|---|
| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2021 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de Fortaleza (Unifor) |
| Repositorio: | Revista Brasileira em Promoção da Saúde |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.ojs.unifor.br:article/11213 |
| Acceso en línea: | https://ojs.unifor.br/RBPS/article/view/11213 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Hanseníase Sequelas da hanseníase Epidemiologia Descritiva Sistema de Informação em Saúde |
| Sumario: | Objetivo: Estudar os registros por internações no Sistema Único de Saúde por hanseníase e sequelas de hanseníase no Estado de Minas Gerais no período de 2008 a 2019. Métodos: Estudo descritivo, observacional, realizado em Minas Gerais, Brasil, no período de 1 de janeiro de 2008 a 31 de dezembro de 2019. A coleta dos dados se deu a partir de informações do Sistema de Internação Hospitalar do Sistema Único de Saúde. A população compreendeu todos os registros de hospitalizações por Hanseníase (A30) e sequelas de Hanseníase (B29) de pessoas residentes no Estado. Foram calculadas taxas de internação (por 100 mil habitantes) e letalidade hospitalar. Procedeu-se a análise dos dados por estatística descritiva utilizando os softwares Microsoft Excel® e o Epi Info 7.2TM. Resultados: Minas Gerais registrou 3.172 internações com média anual das taxas de internação e da letalidade hospitalar de 1,3 internações e 1,7%, respectivamente. Entre 2011 e 2013 foram registradas as maiores taxas de internação. Já para a letalidade hospitalar, em 2008 e 2010 apresentou-se os valores mais expressivos. A macrorregião de saúde Leste do Sul apresentou a maior taxa de internação. Quanto ao perfil, 68% (1855) foram pessoas do sexo masculino, 47,4% (1294) da cor/raça parda e 18,2% (500) com idade entre 50 e 59 anos. Conclusão: Estudos ulteriores devem ser desenvolvidos para aprofundamento do manejo de reação adversa à medicação, reações hansênicas e demanda pós-alta, buscando aperfeiçoamento da rede de atenção específica, integral e integrada, de forma a proporcionar diagnóstico oportuno e manejo adequado de intercorrências clínicas. |
|---|