HIPERTENSÃO ARTERIAL, ATIVIDADE FíSICA E EXCESSO PONDERAL EM ADOLESCENTES DO NORDESTE DO BRASIL

Ao se pensar na adoção de um estilo de vida saudável se desperta para a importãncia de conhecer a realidade de crianças e adolescentes em relação aos hábitos cotidianos e às prevalências de excesso ponderal e hipertensão arterial. O objetivo desse trabalho foi investigar a presença de hipertensão ar...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Lisboa, Claudia dos Reis, Sampaio, Helena Alves de Carvalho, Pinto, Francisco José Maia
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2011
País:Brasil
Institución:Centro de Capacitação Física do Exército (CCFEX)
Repositorio:Revista de Educação Física
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.revistadeeducacaofisica.emnuvens.com.br:article/402
Acceso en línea:https://revistadeeducacaofisica.emnuvens.com.br/revista/article/view/402
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Hipertensão arterial
excesso ponderal
atividade física.
Descripción
Sumario:Ao se pensar na adoção de um estilo de vida saudável se desperta para a importãncia de conhecer a realidade de crianças e adolescentes em relação aos hábitos cotidianos e às prevalências de excesso ponderal e hipertensão arterial. O objetivo desse trabalho foi investigar a presença de hipertensão arterial entreadolescentes e sua associação com excesso pondera I e atividade física. Trata-se de um estudo transversal de base escolar que avaliou 565 adolescentes de 14 a 19 anos, ambos os sexos, matriculados na rede pública de ensino de Caucaia, região metropolitana de Fortaleza-CE. A pressão arterial foi aferida e classificada conforme as V Diretrizes Brasileiras de Hipertensão. Utilizou-se o índice de Massa Corporal - IMC categorizado conforme tabela com percentis para idade e sexo segundo o National Center for Health Statistics (NCHS) e o Centers for Disease Control and Prevention (CDC). Para avaliar a atividade física dos participantes utilizou-se o International Physical Activity Questionnaire - IPAQ. Dos 565 adolescentes estudados, detectou-se alteração na pressão arterial em 45,3% sendo esse valor mais expressivo entre as meninas (53,3%). Observou-se também a prevalência de 13,5% de excesso ponderal entre o grupo e a presença de atividade física adequada em 70,3% dos alunos. Conclui-se então que os níveis pressóricos dos adolescentes avaliados não foram associados à atividade física e ao estado nutrícional, mas a alta prevalência de valores elevados demanda a investigação de outros fatores que possam estar associados a esta situação, a fim de direcionar ações de intervenção em curto prazo.