O teatro brasileiro sob pressão
As artes no Brasil tiveram dois momentos de forte censura, destacando-se o governo de Getúlio Vargas denominado Estado Novo (1937-1945) e o período iniciado a partir do golpe militar de 1964. No período da ditadura militar, a partir de 1964, o teatro sofreu grandes perseguições. Em especial dois gru...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2014 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) |
| Repositorio: | Dito Efeito |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:periodicos.utfpr:article/2166 |
| Acceso en línea: | https://periodicos.utfpr.edu.br/de/article/view/2166 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Comunicação Censura; teatro; ditadura |
| Sumario: | As artes no Brasil tiveram dois momentos de forte censura, destacando-se o governo de Getúlio Vargas denominado Estado Novo (1937-1945) e o período iniciado a partir do golpe militar de 1964. No período da ditadura militar, a partir de 1964, o teatro sofreu grandes perseguições. Em especial dois grupos, O Oficina, em torno de seu diretor José Celso Martinez Corrêa, e O Arena, em torno de Augusto Boal, que se dedicaram a criar uma dramaturgia brasileira e uma nova formação do ator. Extremamente engajados, e invocando o teórico e dramaturgo alemão Bertolt Brecht como nome tutelar, marcariam a história do teatro no país. Ambos os grupos seriam dizimados pelo AI-5, Ato Institucional que deflagrou o terror de Estado e exterminou aquilo que fora o mais importante ensaio de socialização da cultura jamais havido no país. Nesse contexto de combater os “inimigos” da nação, as atividades artísticas e intelectuais foram duramente perseguidas. |
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