ROUSSEAU E O COURSIER INDOMPTÉ
O presente artigo expõe uma leitura em torno de Jean-Jacques Rousseau que possa servir de contributo à pesquisa contemporânea junto a sua obra. A metodologia aplicada a essa leitura é o da análise histórico-filosófica e hermenêutica, com vistas a desvendar a significação ética de uma passagem do Dis...
| Autor: | |
|---|---|
| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2019 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Federal do Ceará (UFC) |
| Repositorio: | Revista Dialectus |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:periodicos.ufc:article/43135 |
| Acesso em linha: | http://periodicos.ufc.br/dialectus/article/view/43135 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Filosofia Iluminismo Rousseau Ética |
| Resumo: | O presente artigo expõe uma leitura em torno de Jean-Jacques Rousseau que possa servir de contributo à pesquisa contemporânea junto a sua obra. A metodologia aplicada a essa leitura é o da análise histórico-filosófica e hermenêutica, com vistas a desvendar a significação ética de uma passagem do Discours sur l’origine et les fondemens de l’inégalité parmi les hommes que trata do "coursier indompté", noção pouco explorada que, no texto original, articula-se com as noções de "homme barbare" e "orageuse liberté" para, respectivamente, formar um bloco de oposição ao "cheval dressé", ao "homme civilisé" e à "assujettissement tranquille". A hipótese de trabalho que inspira o desenvolvimento desta investigação é a de que o exame que evidencia as peculiaridades da crítica rousseauniana ao mal-estar da civilização e à moral social do seu século se constitui em via de conhecimento para aspectos fundamentais da inteira filosofia de Rousseau, assim como das questões de ética que o autor formulou de modo a jamais perderem a sua força e a sua atualidade. |
|---|