Efeitos do álcool na função ventricular da população geral e em pacientes assintomáticos com disfunção ventricular : revisão sistemática
A relação entre consumo excessivo de álcool e risco aumentado para desenvolvimento de miocardiopatia alcoólica é universalmente conhecida. No entanto, permanece não esclarecida qual é a dose de exposição ao álcool e o tempo de consumo necessários para o desenvolvimento dessa doença. Adicionalmente,...
| Autores: | , , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2010 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFRGS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/159373 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10183/159373 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Disfunção ventricular esquerda Insuficiência cardíaca Alcoolismo Cardiomiopatia dilatada Left ventricular dysfunction Heart failure Alcohol consumption Dilated cardiomyopathy |
| Sumario: | A relação entre consumo excessivo de álcool e risco aumentado para desenvolvimento de miocardiopatia alcoólica é universalmente conhecida. No entanto, permanece não esclarecida qual é a dose de exposição ao álcool e o tempo de consumo necessários para o desenvolvimento dessa doença. Adicionalmente, não existem dados definitivos sobre o consumo leve a moderado de álcool e incidência de insuficiência cardíaca, tanto na população hígida como em pacientes assintomáticos com disfunção sistólica. Identificar as evidências disponíveis na literatura sobre a associação entre o consumo moderado de álcool e a insuficiência cardíaca na população em geral e em pacientes assintomáticos com disfunção ventricular sistólica. A busca de evidências foi realizada mediante pesquisa nos bancos de dados PubMed, LILACS e Cochrane e foi restrita a estudos de coorte prospectivo. Foram encontrados sete estudos (cinco estudos realizados na população em geral e dois estudos realizados em pacientes assintomáticos com disfunção ventricular sistólica) sugerindo existir uma correlação inversa entre consumo moderado de álcool e risco de insuficiência cardíaca na população geral. Esses achados são mais consistentes para pacientes com insuficiência cardíaca de etiologia isquêmica. Entre pacientes assintomáticos com disfunção sistólica, o consumo moderado parece não interferir na evolução para insuficiência cardíaca clínica. As evidências disponíveis na literatura sugerem que o consumo de álcool em doses moderadas está associado com redução de risco de insuficiência cardíaca clínica, tanto na população geral como em pacientes assintomáticos com disfunção ventricular estabelecida. |
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