Variação espaço-temporal do microzooplâncton no estuário do rio Botafogo - PE
O microzooplâncton é de grande importância ecológica, pois é capaz de utilizar recursos que normalmente não estão disponíveis para o meso e macrozooplâncton, servindo de elo entre o nano e picoplâncton e níveis tróficos superiores. Em ambientes estuarinos apresentam variação espacial e sazonal taxon...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2009 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFPE |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufpe.br:123456789/529 |
| Acceso en línea: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/529 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Microzooplâncton Rio Botafogo Oithona hebes Estuário |
| Sumario: | O microzooplâncton é de grande importância ecológica, pois é capaz de utilizar recursos que normalmente não estão disponíveis para o meso e macrozooplâncton, servindo de elo entre o nano e picoplâncton e níveis tróficos superiores. Em ambientes estuarinos apresentam variação espacial e sazonal taxonômica e numérica que é fortemente influenciada por fatores ambientais. O objetivo desse trabalho consistiu em evidenciar a variação espaço-temporal do microzooplâncton no estuário do rio Botafogo (PE) e os fatores determinantes que influenciam a estrutura da comunidade. De março de 2007 a fevereiro de 2008 foram realizadas coletas mensais através de arrastos subsuperficiais com rede de plâncton com malha de 64 μm em três estações de coleta na preamar e baixa-mar diurnas. A densidade variou de 264,47org.m-3 a 13.453,77org.m-3 no período chuvoso, e de 172,64org.m-3 a 28.575,47org.m-3 no período seco. A composição e abundância apresentaram variação pouca acentuada entre o período chuvoso e seco. As formas holoplanctônicas predominaram, das quais os Copepoda se destacam, em especial os náuplios. Outros táxons numericamente evidenciados foram os Oithona hebes, Acartia lilljeborgii, Parvocalanus crassirostris e Euterpina acutifrons, além de Foraminifera, Favella ehrenbergii, Oikopleura dioica, Gastropoda véliger e Brachyura (zoea). A diversidade específica variou de muito baixa (0,3) a média (2,5), sendo geralmente maior durante a preamar. A pequena variação de salinidade e pouca influência limnética no estuário podem explicar esta variação taxonômica do estuário, e o predomínio de náuplios e espécies como O. hebes e F. ehrenbergii contribuíram para os baixos índices de diversidade específica observados |
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