[pt] DE SPRING AND ALL A PRIMAVERA ETC.: A POESIA MODERNISTA DE WILLIAM CARLOS WILLIAMS EM TRADUÇÃO E EM DISPUTA
[pt] A tese De Spring and All a Primavera etc. — A poesia modernista de William Carlos Williams em tradução e em disputa apresenta a tradução comentada para o português de poemas publicados pelo autor norte-americano em um de seus livros mais inovadores: a obra híbrida Spring and All, de 1923. Na pe...
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| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2024 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da PUC-RIO (Projeto Maxwell) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:MAXWELL.puc-rio.br:68579 |
| Acceso en línea: | https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=68579&idi=1 https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=68579&idi=2 http://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.68579 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | [pt] MODERNISMO [pt] WILLIAM CARLOS WILLIAMS [pt] TRADUCAO [pt] POESIA [en] MODERNISM [en] WILLIAM CARLOS WILLIAMS [en] TRANSLATION [en] POETRY |
| Sumario: | [pt] A tese De Spring and All a Primavera etc. — A poesia modernista de William Carlos Williams em tradução e em disputa apresenta a tradução comentada para o português de poemas publicados pelo autor norte-americano em um de seus livros mais inovadores: a obra híbrida Spring and All, de 1923. Na pesquisa, buscou-se associar o conceito de tradutologia, desenvolvido pelo teórico Antoine Berman (1942-1991), à poética da relação, do filósofo Édouard Glissant (1928-2011), de modo a refletir sobre possíveis aproximações entre a prática tradutória e o debate decolonial. Assim, o trabalho adota estratégias tradutórias distintas, sendo uma delas mais próxima de elementos formais e semânticos do texto fonte e a outra mais voltada ao diálogo que esse texto fonte pode estabelecer com aspectos históricos, artísticos e socioeconômicos da cultura de chegada. Essa segunda abordagem tradutória serve de base a uma reflexão sobre o modo como o idioma de chegada — ou seja, o português brasileiro — revela (mas também hierarquiza e esconde) as marcas linguísticas decorrentes do processo de colonização, na qual o idioma europeu entra em fricção com as línguas dos povos originários e as dos povos africanos escravizados que aqui chegaram. Com base nessa experiência, foi observado como a tradução simultânea de um mesmo poema, a partir de abordagens tradutórias distintas, se mostra produtiva, na medida em que traz novos desafios para a forma como o texto fonte é analisado e demanda um repertório ainda mais amplo de estratégias para sua reescrita. Isso resulta em um diálogo não apenas entre texto fonte e texto de chegada, mas entre as próprias traduções, que convergem, divergem e se retroalimentam. Assim, esse trabalho propõe uma prática tradutória marcadamente múltipla, que visa não a substituição de um texto fonte por um texto de chegada em outra cultura, mas sim a produção de uma teia textual onde cada elemento ajuda a iluminar e ressignificar os demais. |
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