“O Comandante geral seria Branco?”: O fim das Milícias segregadas por cor na imprensa carioca e no parlamento (1830-1834)

A pesquisa busca através da imprensa e dos Anais da Câmara dos Deputados, analisar o processo de extinção das milícias no Rio de Janeiro, ocorrido em 1831, que se deu em virtude da Lei de criação da Guarda Nacional, por meio das discussões que surgem nos periódicos cariocas e nos meios políticos no...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Figueiredo, Maria Clara Aredes de
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2021
País:Brasil
Institución:Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ)
Repositorio:Repositório Institucional da UFRRJ
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:rima.ufrrj.br:20.500.14407/13942
Acceso en línea:https://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/13942
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Cidadania
Milícias
Homens de cor
Regência
Citizenship
Militias
men of color
Regency time
História
Descripción
Sumario:A pesquisa busca através da imprensa e dos Anais da Câmara dos Deputados, analisar o processo de extinção das milícias no Rio de Janeiro, ocorrido em 1831, que se deu em virtude da Lei de criação da Guarda Nacional, por meio das discussões que surgem nos periódicos cariocas e nos meios políticos no período de 1830 a 1834. O período anterior à abdicação de d.Pedro I foi uma época de efervescência política, quando grupos políticos, com diferentes projetos de governo, buscavam espaço no desenvolvimento do Estado brasileiro. Tudo isso em meio a uma grande crise política e militar no país, na busca pela construção de um modelo de Império e de cidadania. Pretende-se analisar o fim dos corpos milicianos como parte de um projeto político modernizante de um Brasil segregador e elitista no pós Revolução de 7 de abril.