Estimulação elétrica transcutânea parassacral no tratamento da bexiga hiperativa
Introdução: A bexiga hiperativa é o distúrbio miccional mais prevalente na infância, tendo como principal manifestação a urgência miccional. Geralmente, a uroterapia é a primeira linha de tratamento, que pode ser associada ou não a anticolinérgicos. A Estimulação Elétrica Transcutânea Parassacral (E...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2016 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFJF |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:hermes.cpd.ufjf.br:ufjf/1336 |
| Acceso en línea: | https://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/1336 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | CNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::MEDICINA Estimulação elétrica transcutânea parassacral Bexiga hiperativa Uroterapia Parasacral transcutaneous electrical neural stimulation Overactive bladder Urotherapy |
| Sumario: | Introdução: A bexiga hiperativa é o distúrbio miccional mais prevalente na infância, tendo como principal manifestação a urgência miccional. Geralmente, a uroterapia é a primeira linha de tratamento, que pode ser associada ou não a anticolinérgicos. A Estimulação Elétrica Transcutânea Parassacral (EETP) foi introduzida como uma alternativa para o tratamento de crianças com hiperatividade do detrusor, porém os protocolos de tratamentos descritos exigem várias sessões semanais, o que dificulta a adesão da criança ao tratamento. Assim, esse estudo tem o objetivo de avaliar a eficácia da EETP em sessões únicas semanais no tratamento da bexiga hiperativa em crianças. Métodos: Estudo prospectivo, controlado e randomizado, no qual 16 crianças foram divididas em dois grupos: GC (uroterapia e estimulação elétrica placebo) e GE (uroterapia e EETP). Em ambos os grupos, foram realizadas 20 sessões, uma vez por semana, durante vinte minutos cada. As crianças foram reavaliadas ao final das 20 sessões e 60 dias após o término do tratamento com diário miccional diurno e noturno, escala visual analógica, critérios de Roma III e escala de Bristol. Resultados: Os grupos foram semelhantes quanto à idade, gênero e etnia. Não foram encontradas diferenças entre os grupos quanto, as medições volumétricas feitas no diário miccional, a frequência miccional e a constipação intestinal avaliada através dos critérios de Roma III e da escala de Bristol. Sessenta dias após o tratamento, notou-se melhora significativa no GE da urgência miccional (p=0,030) e, naqueles com enurese, no percentual de noites secas (0,039). Ao final das 20 sessões e após 60 dias de tratamento os responsáveis pelas crianças do GE perceberam uma maior melhora em relação aos responsáveis pelas crianças do GC (p=0,052 e 0,046 respectivamente) avaliado pela EVA. Conclusões: A EETP realizada com sessões únicas semanais se mostrou eficaz no tratamento da bexiga quanto aos sintomas de urgência urinária, enurese e na percepção dos responsáveis, porém novos estudos com populações maiores se faz necessários para assegurar estes resultados. |
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