Uma análise do impacto emocional e fisiológico da realidade virtual imersiva no contexto da defesa dos direitos dos animais

A realidade virtual imersiva (rvi), por meio da sensação de presença no ambiente sentida pelos usuários, vem se mostrando um importante instrumento para a mudança de comportamento. A presente pesquisa teve como objetivo analisar a experiência do usuário no uso da realidade virtual imersiva no contex...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Nunes, Miriam dos Santos, Dantas, Paulo Victor de Farias, Pizzato, Gabriela Zubaran de Azevedo, Jacques, Jocelise Jacques de, Bruscato, Léia Miotto, Silva, Fábio Pinto da
Tipo de recurso: capítulo de libro
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2020
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Repositório Institucional da UFRGS
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/212557
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/10183/212557
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Design emocional
Realidade virtual
Descripción
Sumario:A realidade virtual imersiva (rvi), por meio da sensação de presença no ambiente sentida pelos usuários, vem se mostrando um importante instrumento para a mudança de comportamento. A presente pesquisa teve como objetivo analisar a experiência do usuário no uso da realidade virtual imersiva no contexto da defesa dos direitos dos animais. O experimento avaliou 12 voluntários de ambos os sexos, separados em dois grupos de 06 pessoas, formando um grupo intitulado “de controle (A)” e outro “experimental (B)”. Foram apresentados a ambos audiovisuais, com o propósito de elicitar emoções positivas e negativas, ligados à questão de direitos dos animais. O grupo A assistiu ao conteúdo em plataforma não imersiva (tablet), enquanto o B fez uso de óculos de realidade virtual imersiva. A coleta de dados foi realizada após a visualização de cada vídeo, por meio de monitoramento de frequência cardíaca, aplicação de questionário (baseados na escala panas) e entrevista. Os resultados apontam que, tanto o conteúdo não imersivo, como o em realidade virtual imersiva, provocaram reações emocionais e fisiológicas nos participantes. Observou-se, no entanto, que o grupo B relatou com maior intensidade a ocorrência de emoções positivas e negativas, bem como, teve alterações de frequência cardíaca de maior amplitude em comparação ao grupo A.