O corpo da noção : imagens e imaginários no cinema brasileiro

Este texto pretende discutir as marcas identitárias produzidas por duas escolas cinematográficas que desde os anos 60 vêm influenciando a produção de filmes no Brasil, ancorados em uma estética audiovisual e narrativa que visa a agredir o espectador. Com isso, quer-se entender como aquilo que começo...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Rossini, Miriam de Souza
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2007
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Repositório Institucional da UFRGS
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/238067
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/10183/238067
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Imaginário
Cinema brasileiro
Cinema
Culture
Imaginary
Movies
Descripción
Sumario:Este texto pretende discutir as marcas identitárias produzidas por duas escolas cinematográficas que desde os anos 60 vêm influenciando a produção de filmes no Brasil, ancorados em uma estética audiovisual e narrativa que visa a agredir o espectador. Com isso, quer-se entender como aquilo que começou como proposta de um cinema revolucionário e de denúncia social acabou se tornando na própria marca do cinema nacional, e também da representação imagética do Brasil e dos brasileiros. Pretende-se ainda perceber como essas estratégias discursivas e audiovisuais podem ser percebidas nos filmes da chamada pós-retomada, ou seja, no cinema feito a partir de 2001. Nessa perspectiva, serão focalizados alguns desses filmes: O invasor, 2001, de Beto Brant; Cidade de Deus, 2001, de Fernando Meireles; Amarelo Manga, 2002, de Cláudio Assis; Contra todos 2004, de Roberto Moreira.