Políticas Linguísticas para o Multilinguismo no Sul Global
A política é um campo, uma atividade, que se conduz de maneiras díspares. A condução da atividade política pode se dar de forma top down ou bottom up. Quando se opta pela primeira, têm se monarquia, ditadura e por aí vai, quando ações concretas são impostas sem se levar em conta os desejos do povo o...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2024 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) |
| Repositorio: | The ESPecialist (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.pkp.sfu.ca:article/68127 |
| Acceso en línea: | https://revistas.pucsp.br/index.php/esp/article/view/68127 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Políticas Linguísticas Multilinguismo Sul Global |
| Sumario: | A política é um campo, uma atividade, que se conduz de maneiras díspares. A condução da atividade política pode se dar de forma top down ou bottom up. Quando se opta pela primeira, têm se monarquia, ditadura e por aí vai, quando ações concretas são impostas sem se levar em conta os desejos do povo ou em contramão explicita do que a maioria almeja. Nos anos preparatórios da Segunda Grande Guerra, Hitler usou o argumento de que os países na vizinhança da Alemanha também falavam Alemão como justificativa para invadir e anexar a Áustria, como também a Região dos Sudetas. Foi em nome da integridade do povo espanhol que o General Franco esmagou as línguas minoritárias como basco, catalã e galego, a fim de promover o castelhano como língua de união. |
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