Novíssima dependência: a subordinação brasileira ao imperialismo no contexto do capitalismo financeirizado

A presente dissertação analisa a inserção subalterna do Brasil no período da financeirização, cuja base de estudo foca-se nos aspectos internos e externos da estrutura e das relações do capitalismo dependente brasileiro. Para isso, antes da interpretação do paradigma da dependência atual, buscamos i...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Castro, Lucas Crivelenti e
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2019
País:Brasil
Institución:Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Repositorio:Repositório Institucional da UNESP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.unesp.br:11449/191030
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/11449/191030
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Imperialismo
Dependência
História econômica
Globalização
Inserção subordinada
Financeirização
Imperialism
Subordinate insertion
Dependency
Financialization
Descripción
Sumario:A presente dissertação analisa a inserção subalterna do Brasil no período da financeirização, cuja base de estudo foca-se nos aspectos internos e externos da estrutura e das relações do capitalismo dependente brasileiro. Para isso, antes da interpretação do paradigma da dependência atual, buscamos identificar as relações políticas e econômicas entre os países hegemônicos e os periféricos. Assim, primeiramente, procuramos analisar a ascensão, consolidação e materialização do imperialismo, desde a análise do fenômeno realizada pelos autores clássicos até o debate contemporâneo. Em segundo lugar, procuramos conceituar a questão histórica da dependência e como ela aparece nas relações domésticas e estrangeiras do Brasil com os países de capitalismo avançado, sobretudo os Estados Unidos. Por último, penetramos nos estudos da estrutura da inserção subordinada do país às finanças globalizadas, principalmente no que tange as questões da abertura comercial, da liberalização financeira, das políticas econômicas de viés liberal – tripé macroeconômico – e das modificações no marco civil regulatório do país, o que, por sua vez, ratificou a metamorfose brasileira na direção da especialização da valorização internacional de capital financeiro.