Envolvimento dos receptores CXCR2 para quimiocinas no carcinoma espinocelular oral
O presente estudo avaliou o envolvimento dos receptores CXCR2 para quimiocinas, no carcinoma espinocelular oral, através de ensaios in vitro e in vivo. A incubação in vitro do antagonista seletivo não-peptídico dos receptores CXCR2, SB225002 (25 a 3200 nM), produziu uma inibição dependente do tempo...
| Autor: | |
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| Formato: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2010 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da PUC_RS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:tede2.pucrs.br:tede/1035 |
| Acesso em linha: | http://tede2.pucrs.br/tede2/handle/tede/1035 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | CARCINOMA ESPINOCELULAR NEOPLASIAS BUCAIS ESTOMATOLOGIA CNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::ODONTOLOGIA |
| Resumo: | O presente estudo avaliou o envolvimento dos receptores CXCR2 para quimiocinas, no carcinoma espinocelular oral, através de ensaios in vitro e in vivo. A incubação in vitro do antagonista seletivo não-peptídico dos receptores CXCR2, SB225002 (25 a 3200 nM), produziu uma inibição dependente do tempo e da concentração, da viabilidade das linhagens SCC158 e HN30, de carcinoma oral de células escamosas de ratos e humanos, respectivamente. Por outro lado, a incubação com este antagonista não produziu alteração significativa da viabilidade da linhagem HaCaT de queratinócitos humanos normais. O papel dos receptores CXCR2 foi ainda avaliado através da utilização dos agonistas seletivos para estes receptores em humanos (IL-8) e em ratos (CINC-1). Esta série de resultados demonstrou que a incubação de IL-8 (1 a 100 ng/ml) ou de CINC-1 (1 a 10 nM) produziu um aumento concentração-dependente da proliferação das linhagens celulares HN30 de humanos e SCC158 de ratos, respectivamente. A injeção submucosa de células SCC158 (5 x 106 células/sítio), na língua de ratos Fischer 344, induziu o desenvolvimento de carcinoma espinocelular oral, com características lembrando àquelas observadas clinicamente em humanos. O aumento tumoral foi evidente após sete dias da inoculação das células, sendo máximo em 40 dias. Depois desse período de tempo, o tamanho da lesão impediu que fossem continuados os experimentos. De forma interessante, a análise por imunoistoquímica demonstrou um aumento marcante da expressão dos receptores CXCR2 na língua de ratos com tumor, independente do tempo de avaliação. O aumento da expressão dos receptores CXCR2 foi acompanhado de um aumento dos marcadores de angiogênese e apoptose, VEGF e caspase-3, respectivamente. Os dados do presente estudo sugerem um importante papel para os receptores CXCR2 no carcinoma oral de células escamosas. Estudos adicionais precisam ser realizados a fim de determinar o efeito do tratamento com o antagonista seletivo dos receptores CXCR2, SB225002, no desenvolvimento tumoral in vivo. |
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