Formação de facilitadores da justiça restaurativa do Tribunal de Justiça do Paraná (2015-2016): os sentidos metodológicos, éticos e teóricos expressos pelos discentes
Objetivando-se analisar como se deu o processo de formação de facilitadores em Justiça Restaurativa- JR promovido pelo Tribunal de Justiça do Paraná- TJPR entre 2015 e 2016 e seus sentidos éticos, metodológicos e teóricos, procedeu-se a pesquisa exploratória, qualitativa, a fim de se aproximar do ob...
| Autor: | |
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| Tipo de documento: | dissertação |
| Estado: | Versão publicada |
| Data de publicação: | 2019 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) |
| Repositório: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UEPG |
| Idioma: | português |
| OAI Identifier: | oai:tede2.uepg.br:prefix/2867 |
| Acesso em linha: | http://tede2.uepg.br/jspui/handle/prefix/2867 |
| Access Level: | Acceso aberto |
| Palavra-chave: | CNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS Justiça restaurativa Formação de facilitadores para a justiça restaurativa Política de Justiça Restaurativa Restorative justice Training of facilitators for restorative justice Restorative Justice Policy |
| Resumo: | Objetivando-se analisar como se deu o processo de formação de facilitadores em Justiça Restaurativa- JR promovido pelo Tribunal de Justiça do Paraná- TJPR entre 2015 e 2016 e seus sentidos éticos, metodológicos e teóricos, procedeu-se a pesquisa exploratória, qualitativa, a fim de se aproximar do objeto, com enfoque nos processos intersubjetivos e em seus significados. Utilizou-se como método, epistemologicamente orientado pelo interacionismo simbólico, a Teoria Fundamentada em Dados- TFD, baseada em Anselm Strauss e Juliet Corbin (2008). Realizarram-se doze entrevistas semi-estruturadas com pessoas que concluíram o curso de formação ofertado pelo TJPR entre 2015 e 2016, em três turmas, e procedeu-se às etapas de codificação concomitantemente à coleta de dados. Assim, a comparação constante entre os dados oportunizou novas inserções em campo, constituindo amostra significativa e uma explicação teoricamente orientada. O percurso metodológico está desenvolvido no primeiro capítulo, seguido de capítulo em que se apresentam eventos que culminaram com a emergência da JR e experiências que, classificadas como modelos, inspiraram a política nacional. O terceiro capítulo demonstra o processo de formação por meio de sub-processos a partir dos quais se delinearam os sentidos éticos, teóricos e metodológicos que emergiram a partir da perspectiva dos discentes. Na conclusão, apresenta-se uma delimitação da formação, caracterizando-a como conjunto de vivências orientadas por referências teórico-metodológicas e objetivos institucionais e profissionais múltiplos, de acordo com a formação prévia e com o local da prática de JR a ser realizada após o curso, com base em valores emergentes dos grupos de cursistas e em metodologia, instrumental, técnicas e concepções teóricas que permeiam o curso por meio dos instrutores. Ainda, se apresentam potencialidades e fragilidades do processo de formação. |
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