Trabalho, globalização e contramovimentos: dinâmicas da ação coletiva do precariado artístico no Brasil e em Portugal
O artigo pretende construir uma comparação entre a formação do precariado pós-fordista no Brasil e em Portugal, a partir da análise dos padrões de proletarização do trabalho artístico nos dois países e sua relação com diferentes trajetórias de açãocoletiva, assim como a articulação com os novos movi...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2017 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Sociologias (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:seer.ufrgs.br:article/70325 |
| Acceso en línea: | https://seer.ufrgs.br/index.php/sociologias/article/view/70325 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Trabalho Sindicato |
| Sumario: | O artigo pretende construir uma comparação entre a formação do precariado pós-fordista no Brasil e em Portugal, a partir da análise dos padrões de proletarização do trabalho artístico nos dois países e sua relação com diferentes trajetórias de açãocoletiva, assim como a articulação com os novos movimentos de trabalhadores precarizados. Assim, destacaremos os dilemas enfrentados pelo movimento dos trabalhadores precários em transnacionalizar suas formas de ação coletiva. No caso brasileiro, analisamosespecificamente a mobilização por políticas públicas para a cultura que, distanciada da atuação sindical, desembocou na conquista do programa de Fomento ao Teatro; no caso português, analisamos a ação coletiva - que se consolida com a criação do sindicato-movimento Cena contra a perda de direitos trabalhistas num contexto marcado pela adoção de políticas de austeridade em escala europeia. Os limites da transnacionalização das reivindicações desses grupos de trabalhadores precários serão problematizados à luz da ideia muito presente nos novos estudos “neopolanyianos” do trabalho segundo a qual o processo de mobilização do precariado no Sul global anunciaria o advento de um contramovimento “embrionário” cuja tendência seria florescer conforme a mercantilizaçãoneoliberal ampliasse e aprofundasse as ameaças à classe trabalhadora em escala mundial. |
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