Os metafilmes do inacabado: rastros e processos de filmes fantasmáticos

Ao longo da história do cinema, muitos são os filmes que não se realizaram e que, por problemas de diversas ordens, não puderam ser finalizados. Eles trazem a ideia do filme fantasmático, ou seja, aquele que está por vir, algo que não se concretizou, mas que estimula no espectador a ideia abstrata d...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Muanis, Felipe de Castro
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2021
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Manuscrítica (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/191635
Acceso en línea:https://revistas.usp.br/manuscritica/article/view/191635
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Filme fantasmático
Metafilme
Rastro
Filme inacabado
Phantasmatic film
Metafilm
Tracks
Unfinished film
Descripción
Sumario:Ao longo da história do cinema, muitos são os filmes que não se realizaram e que, por problemas de diversas ordens, não puderam ser finalizados. Eles trazem a ideia do filme fantasmático, ou seja, aquele que está por vir, algo que não se concretizou, mas que estimula no espectador a ideia abstrata de um filme hipotético. Muitas vezes, ainda assim, esse filme fantasmático deixa rastros, imagens suficientes para que delas se façam um novo filme, mas que diz respeito ao processo do filme fantasmático original. Com base em autores como Cecília Almeida Salles, Jeanne Marie Gagnebin, Marcel Duchamp e ao analisar sobretudo filmes de Orson Welles e Eduardo Coutinho pretende-se, com este artigo, entender a validade e o potencial desses metafilmes para a crítica genética.