Uma Jerusalém distinta: a aristocracia judaica e seu cotidiano à luz do helenismo (175 a 172 a.C.)
Este estudo volta seus olhos para um momento distante na história da humanidade, a Antiguidade. O que pesquisamos está vinculado à Judeia, mais especificamente à Jerusalém. Temos por objetivo central entender o cotidiano dos judeus da aristocracia que assimilaram o helenismo nessa cidade entre os an...
| Autor: | |
|---|---|
| Formato: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2020 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFRRJ |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:rima.ufrrj.br:20.500.14407/13899 |
| Acesso em linha: | https://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/13899 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Assimilação Cultural Helenismo Cotidiano Cultural assimilation Hellenism Daily routine História |
| Resumo: | Este estudo volta seus olhos para um momento distante na história da humanidade, a Antiguidade. O que pesquisamos está vinculado à Judeia, mais especificamente à Jerusalém. Temos por objetivo central entender o cotidiano dos judeus da aristocracia que assimilaram o helenismo nessa cidade entre os anos de 175 e 172 a.C. Nesse sentido, nossa documentação é composta por dois livros bastante conhecidos pela historiografia: 1º e 2º Macabeus. Todavia, devido ao recorte temporal feito e ao método de Análise de Conteúdo de Tipo Quantitavo adotado, não trabalhamos com esses livros na íntegra. Utilizamos apenas trechos como 1Mc 1, 10-15 e 2Mc 4, 7-20. Assim, levando em consideração discussões historiográficas acerca dos aspectos culturais do período helenístico, foi possível contemplar a presença de instituições gregas no cotidiano em questão, como o ginásio (acompanhado da efebia) e seu envolvimento com os jovens judeus, além de observar “a transformação de Jerusalém em uma pólis” de feição oligárquica e dependente |
|---|