Forrageamento estacional da Apis mellifera L., 1758 (Hymenoptera: Apidae) e identificação da florada apícola de importância nectífera e polinífera em Jaboticabal, São Paulo, Brasil
As abelhas Apis mellifera L. (1758) são consideradas os principais polinizadores das plantas com flores e também uma das espécies mais produtoras de mel. Devido o amplo número de espécies vegetais que utilizam para a obtenção de alimento e matéria-prima, a identificação botânica do mel é fundamental...
| Autor: | |
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| Formato: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2019 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UNESP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unesp.br:11449/190977 |
| Acesso em linha: | http://hdl.handle.net/11449/190977 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Abelhas Flora apícola Mel Melissopalinologia Preservação Tipos polínicos Bee Bee flora Honey Melissopalynology Preservation Pollen types |
| Resumo: | As abelhas Apis mellifera L. (1758) são consideradas os principais polinizadores das plantas com flores e também uma das espécies mais produtoras de mel. Devido o amplo número de espécies vegetais que utilizam para a obtenção de alimento e matéria-prima, a identificação botânica do mel é fundamental para a classificação da florada em monofloral ou silvestre. Para isso, a técnica da melissopalinologia utiliza da análise das características morfológicas externas dos grãos de pólen presentes no mel. O presente estudo objetivou analisar o comportamento estacional de forrageamento de colmeias de Apis mellifera por meio da identificação dos tipos polínicos nectíferos e poliníferos presentes no mel. As coletas do mel foram realizadas entre outubro de 2017 a agosto de 2018 nas estações primavera, verão, outono e inverno no Setor de Apicultura da Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias, FCAV/UNESP Campus de Jaboticabal, São Paulo, Brasil onde três colmeias de abelhas Apis mellifera estavam instaladas. Para a extração dos grãos de pólen e montagem das lâminas a metodologia clássica da melissopalinologia e a técnica clássica de acetólise foram empregadas. Ao todo, foram encontrados 42 tipos polínicos, distribuídos em 24 famílias botânicas. Alguns tipos foram observados em todas as estações: Alternanthera (Amaranthaceae), Cecropia (Urticaceae), Mimosa (Fabaceae) e Myrtaceae (Myrtaceae), mas também houve a ocorrência de tipos exclusivos das estações: Aloe, Bignoniaceae, Byrsonima, Daustinia, Eucalyptus, Euphorbiaceae, Machaerium, Mangifera, Pseudobombax, Sapindus, Solanum e Tabebuia na primavera; Anadenanthera, Basiloxylon, Euterpe, Joannesia, Ligustrum, Piper, Schinus e Vernonanthura no verão; Carduus, Ilex, Malpighiaceae e Myrocarpus no outono. Os tipos polínicos e a porcentagem com que eles foram encontrados indicam as plantas que as abelhas estão utilizando como fonte de alimento e matéria-prima para a produção do mel em cada estação. Os resultados obtidos permitem ampliar o conhecimento sobre a diversidade de espécies vegetais que são utilizadas e polinizadas pelas abelhas Apis mellifera, contribuindo com a preservação e ampliação do pasto apícola local. Mediante as análises o mel do Setor de Apicultura da Unesp de Jaboticabal é classificado como silvestre, mas a área onde as colmeias estão instaladas demonstrou possuir aptidão também para a exploração do mel monofloral. |
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