Sucessões vulcânicas, modelo de alimentação e geração de domos de lava ácidos da Formação Serra Geral na região de São Marcos - Antônio Prado (RS)
Na região entre São Marcos (RS) e Antônio Prado (RS), a Formação Serra Geral expõe na base uma sucessão de basaltos do tipo pahoehoe sotopostos a derrames ´a´ā. Os primeiros foram gerados por um volume de erupção baixo em um regime de fluxo fechado e colocado em uma paleotopografia plana (< 5° de...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2012 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFRGS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/108620 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10183/108620 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Petrologia Geoquímica Vulcanismo ácido Fluxo de lava Formação Serra Geral Pahoehoe ´a´ā Large igneous provinces Lava domes Paraná-Etendeka province |
| Sumario: | Na região entre São Marcos (RS) e Antônio Prado (RS), a Formação Serra Geral expõe na base uma sucessão de basaltos do tipo pahoehoe sotopostos a derrames ´a´ā. Os primeiros foram gerados por um volume de erupção baixo em um regime de fluxo fechado e colocado em uma paleotopografia plana (< 5° de declividade). A lenta perda de calor deste sistema permite que os fluxos atinjam distâncias da fonte > 100 km. Os tipos ´a´ā foram gerados por descargas dos fluxos superiores às das pahoehoe e transportados em canais abertos, em que o rápido resfriamento limita o deslocamento dos fluxos por longas distâncias da fonte. Ambos são toleíticos de baixo TiO2 e a morfologia dos derrames não pode ser explicada por variações geoquímicas. Acima destes afloram vulcanitos ácidos quimicamente compatíveis com o Grupo Palmas e Subgrupo Caxias. Recentemente, a extração de rochas ornamentais na região expôs as porções internas dos diques de alimentação deste vulcanismo. Observam-se estruturas magmáticas subverticais e verticais que em superfície abasteceram domos de lavas com características exógenas. Propõe-se um modelo para a geração destes envolvendo a ascensão diapírica de magmas ácidos que se tornam vesiculados, viscosos e estacionários em subsuperfície. Posteriormente, maiores volumes de recargas magmáticas ascendem rapidamente e extraem “pedaços” da fração vesiculada gerando no conduto autobrechas e estruturas verticalizadas que se expandem lateralmente em direção à superfície organizando os domos de lavas com vitrófiros na base e no topo e um núcleo maciço fanerítico fino. A ciclicidade e homogeneidade textural dos domos são típicas de efusivas e a identificação das zonas subvulcânicas de alimentação permite compreender o modo de colocação destes fluxos na Formação Serra Geral. |
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