Cinema na Bahia, memórias da cidade de Salvador

A produção de cinema na Bahia pode ser associada à busca de construção de uma memória da cidade de Salvador. É notável sua forte presença como tema, cenário e problema de grande parte de sua...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Carvalho, Maria do Socorro
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2012
País:Brasil
Institución:Universidade do Estado da Bahia (UNEB)
Repositorio:Tabuleiro de Letras
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.revistas.uneb.br:article/132
Acceso en línea:https://revistas.uneb.br/index.php/tabuleirodeletras/article/view/132
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Cinema–Bahia
Memória–Salvador
Nova onda baiana
Descripción
Sumario:A produção de cinema na Bahia pode ser associada à busca de construção de uma memória da cidade de Salvador. É notável sua forte presença como tema, cenário e problema de grande parte de sua cinematografia, sobretudo ao tratar-se do chamado Ciclo do Cinema Baiano (1958 – 1964), quando tem início a realização dos primeiros filmes de longa-metragem na Bahia. Este artigo aborda o Ciclo do Cinema Baiano como depositário de memórias da cidade de Salvador, com destaque para o filme A grande feira (Roberto Pires, 1961), que discute um problema contemporâneo daquela cidade – o dos feirantes de Água de Meninos ameaçados de serem expulsos do terreno da feira. Com A grande feira, uma bem sucedida experiência de crítica e de público, os soteropolitanos não estavam apenas na platéia, mas também nas imagens do filme projetado na tela do cinema, fazendo dele a produção mais representativa daquela sociedade que então produzia a nova onda baiana (1958 – 1962).