Plasmid profile in oral Fusobacterium nucleatum from humans and Cebus apella monkeys
Fusobacterium nucleatum é um anaeróbio estrito e considerado membro da microbiota indígena da cavidade bucal humana. É comumente observado em diferentes infecções monomicrobianas e mistas em humanos e animais. O objetivo deste estudo foi avaliar o perfil plasmidial de F. nucleatum orais isolados de...
| Autores: | , , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2003 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UNESP |
| Idioma: | inglés |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unesp.br:11449/15632 |
| Acceso en línea: | http://dx.doi.org/10.1590/S0036-46652003000100002 http://hdl.handle.net/11449/15632 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Plasmid Gene Fusobacterium nucleatum Cebus apella |
| Sumario: | Fusobacterium nucleatum é um anaeróbio estrito e considerado membro da microbiota indígena da cavidade bucal humana. É comumente observado em diferentes infecções monomicrobianas e mistas em humanos e animais. O objetivo deste estudo foi avaliar o perfil plasmidial de F. nucleatum orais isolados de pacientes com doença periodontal, indivíduos sadios, e de macacos Cebus apella, e verificar a estabilidade plasmidial e a associação com genes de resistência à penicilina. Quarenta e cinco cepas de F. nucleatum orais isoladas de pacientes, 38 de indivíduos sadios e sete de macacos C. apella, foram examinadas. A extração plasmidial realizada detectou plasmídios em 26,7% das cepas humanas e em apenas uma cepa de C. apella. A maioria das cepas apresentou duas bandas plasmidiais variando de 4 a 16 Kb, e as digestões com endonucleases demonstraram serem essas bandas pertencentes a um único plasmídio, sendo classificados em três grupos segundo o tamanho. Cepas de indivíduos sadios não abrigaram plasmídios. O perfil plasmidial foi similar e estável nas cepas isoladas de humanos e de macacos. Duas cepas foram beta-lactamase-positivas, e não se observou hibridização de DNA plasmidial com a sonda do gene da beta-lactamase, sugerindo-se que a resistência à penicilina nestas cepas é cromossômica. |
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