Análise tectonossedimentar das fases início de rifte e clímax de rifte da Bacia do Araripe, Nordeste do Brasil

Este trabalho objetivou a caracterização tectonossedimentar das fases início de rifte e clímax de rifte da Bacia do Araripe. As principais estruturas identificadas foram falhas normais, transcorrentes e inversas em ordem de importância. Esse grupo de falhas coloca lateralmente dife...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Fambrini, Gelson Luís, Silva-Filho, Wellington Ferreira da, Lemos, Diógenes Ribeiro de, Silvestre, Diego da Cunha, Araújo, Jadson Trajano de, Menezes-Filho, José Acioli Bezerra de, Tesser Junior, Sidney, Neumann, Virginio Henrique de Miranda Lopes
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2019
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Geologia USP. Série Científica (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/150526
Acceso en línea:https://revistas.usp.br/guspsc/article/view/150526
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Araripe basin
Sedimentary tectonics
Rift initiation
Rift climax
Faults
Bacia do Araripe
Tectônica sedimentar
Início de rifte
Clímax de rifte
Falhas
Descripción
Sumario:Este trabalho objetivou a caracterização tectonossedimentar das fases início de rifte e clímax de rifte da Bacia do Araripe. As principais estruturas identificadas foram falhas normais, transcorrentes e inversas em ordem de importância. Esse grupo de falhas coloca lateralmente diferentes unidades litoestratigráficas como rochas de unidades início de rifte e clímax de rifte. Exemplo é o contato lateral das formações Missão Velho e Brejo Santo ao longo de falhas normais NNE. É de grande importância a integração entre análise geométrica e cinemática dessas falhas com a evolução estratigráfica para uma evolução global da evolução geológica da Bacia do Araripe. Principais afloramentos de campo utilizados neste trabalho consistem em exposições formadas durante as obras de construção da ferrovia Transnordestina e da transposição do Rio São Francisco. A análise tectônica realizada para este trabalho identificou dois conjuntos principais de falhas: falhas orientadas segundo a direção NE-SW (mais antigas) e falhas orientadas na direção NW-SE e WNW-ESE (mais jovens). Além disso, foram também analisadas falhas transcorrentes e inversas. A tectônica rifte que afetou a Bacia do Araripe (extensional) reativou falhas antigas do embasamento Pré-Cambriano e, por sua vez, forneceu falhas normais de direção NE-SW e também gerou falhas de orientação E-W e NW-SE.