Análise do conceito de complexo de Édipo em Melanie Klein e D. W. Winnicott
Este trabalho teve por objetivo a análise comparativa do conceito de complexo de Édipo presente nas obras de M. Klein e de D. W. Winnicott, como forma de explicitar algumas das principais diferenças e proximidades entre as duas teorias, no que diz respeito a esse ponto específico. Procurou-se mostra...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2010 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-CAMPINAS) |
| Repositorio: | Repositório Institucional PUC-Campinas |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.sis.puc-campinas.edu.br:123456789/15974 |
| Acceso en línea: | http://repositorio.sis.puc-campinas.edu.br/xmlui/handle/123456789/15974 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | psicanálise complexo de Édipo Winnicott Klein sexualidade amadurecimento emocional psychoanalysis Oedipus complex sexuality emotional maturation |
| Sumario: | Este trabalho teve por objetivo a análise comparativa do conceito de complexo de Édipo presente nas obras de M. Klein e de D. W. Winnicott, como forma de explicitar algumas das principais diferenças e proximidades entre as duas teorias, no que diz respeito a esse ponto específico. Procurou-se mostrar, através da compilação dos textos mais importantes dos autores referentes ao tema e da leitura baseada no princípio da hermenêutica que, enquanto em Klein há a proposta de um Édipo precoce, ligado a fases pré-genitais e à relação do tipo parcial com os objetos, em Winnicott o complexo de Édipo aparece somente como uma fase tardia do processo de amadurecimento, quando o indivíduo alcançou uma integração que o torna uma pessoa inteira, que se relaciona com os outros também como pessoas inteiras, ou seja, podendo estabelecer relações totais com os objetos. Verificou-se que, em Klein, a sexualidade e o complexo de Édipo constituem o impulso básico e o fundamento para a organização e constituição do próprio ser humano. Já em Winnicott, há o reconhecimento de outros fundamentos, ligados à necessidade de ser e à continuidade de ser, que não são nem sexuais nem edípicos. |
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