FRAGILIDADE EM IDOSOS RESIDENTES EM MUNICíPIO DE PEQUENO PORTE

Objetivo: Delinear o perfil sociodemográfico da população idosa de um município de pequeno porte do estado do Rio Grande do Sul e identificar a prevalência de fragilidade em idosos residentes na comunidade. Método: Trata-se de um estudo transversal, analítico e de base populacional. Foram incluídas...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Oliveira, Ana Paula Zalewski, Gross, Carolina Baldissera, Schneider, Rodolfo Herberto, Pillatt, Ana Paula
Tipo de documento: artigo
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2019
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositório:Estudos Interdisciplinares sobre o Envelhecimento
Idioma:português
OAI Identifier:oai:seer.ufrgs.br:article/86445
Acesso em linha:https://seer.ufrgs.br/index.php/RevEnvelhecer/article/view/86445
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:Idoso Fragilizado. Distribuição por sexo. Assistência Integral à Saúde. Envelhecimento. Sarcopenia. Estudos Epidemiológicos
Fragilidade
Descrição
Resumo:Objetivo: Delinear o perfil sociodemográfico da população idosa de um município de pequeno porte do estado do Rio Grande do Sul e identificar a prevalência de fragilidade em idosos residentes na comunidade. Método: Trata-se de um estudo transversal, analítico e de base populacional. Foram incluídas pessoas com 60 anos ou mais, de ambos os sexos, que residiam na zona urbana e estavam adstritos às Estratégias de Saúde Família. Foram avaliados dados sociodemográficos e de saúde e o Fenótipo da Fragilidade, o qual inclui perda de peso, velocidade da marcha, força de preensão palmar, nível de atividade física e fadiga. Para análise dos dados utilizou-se medidas de tendência central, de dispersão e variabilidade, teste do qui-quadrado de Pearson e o teste Mann-Whitney, considerando valores de p menores ou igual a 0,05 significativos. Resultados: A prevalência de fragilidade foi de 14,3% e de pré-fragilidade foi de 46,9%. As mulheres apresentaram maior fadiga, menor força de preensão palmar, menor velocidade de marcha e maior taxa de gasto metabólico, e houve diferença entre homens e mulheres quanto ao estado civil e número de condições crônicas. Conclusão: Enfatiza-se a importância de políticas públicas voltadas a população idosa, com ênfase nas diferenças entre os sexos e salienta-se a importância do rastreio da condição de fragilidade em idosos residentes na comunidade.