O impacto da conversão do custo histórico ao custo corrente corrigido no retorno sobre ativos e patrimônio líquido: análise a partir do sistema Dupont

O custo histórico é o modo de avaliação contábil mais usado, porém não reflete o efeito da moeda no tempo. Estudos realizados no Brasil defendem que os dados contábeis fundamentados somente no custo histórico não revelam a posição verdadeira das empresas. Percebe-se que, a partir da Teoria do Custo...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Penha, Roberto Silva da, Pinheiro, Alan Franklin Rossiter, Silva, José Dionísio Gomes da
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2013
País:Brasil
Institución:Instituto Paulista de Ensino (FIPEN)
Repositorio:Revista Científica Hermes
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.revistahermes.com.br:article/102
Acceso en línea:https://revistahermes.com.br/index.php/hermes1/article/view/102
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:custo histórico
custo corrente corrigido
sistema DuPont
Descripción
Sumario:O custo histórico é o modo de avaliação contábil mais usado, porém não reflete o efeito da moeda no tempo. Estudos realizados no Brasil defendem que os dados contábeis fundamentados somente no custo histórico não revelam a posição verdadeira das empresas. Percebe-se que, a partir da Teoria do Custo Corrente Corrigido, é possível, ainda que com limitações, evidenciar informações contábeis relevantes e mais próximas da realidade da entidade e esses efeitos devem ser medidos por meio de indicadores. Neste contexto, levanta-se o seguinte questionamento: Qual o impacto da conversão do custo histórico a custo corrente corrigido no retorno sobre ativos e patrimônio líquido? Utilizou-se, como ferramenta para análise, o sistema DuPont, aplicado a uma empresa modelo. Os resultados apontaram que o retorno sobre ativo a custo histórico e corrente corrigido foram de 12,11% e 3,14%, respectivamente, uma diminuição de 74,07%, e o resultado do retorno sobre o patrimônio líquido, a custo histórico e corrente corrigido foram de 20,59% e 4,96%, respectivamente, uma diminuição de 75,91%. Com base nessas variações nota-se que os impactos da conversão a custo corrente corrigido foram significativos, corroborando com a importância da adoção desta prática, quando possível.