Caminhando por linhas: modos de reconhecer às margens dos trilhos ferroviários de São Carlos/SP

As linhas férreas das cidades contemporâneas são moldadas por forças e dinâmicas que criam ambiências múltiplas e heterogêneas, envolvendo corpos singulares e áreas expostas a constantes mudanças e conflitos. Na busca pelo reconhecimento dessas forças que tecem a experiência corporal urbana, esta pe...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Frascareli, Marina Biazotto [UNESP]
Tipo de documento: dissertação
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2024
País:Brasil
Recursos:Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Repositório:Repositório Institucional da UNESP
Idioma:português
OAI Identifier:oai:repositorio.unesp.br:11449/257373
Acesso em linha:https://hdl.handle.net/11449/257373
http://lattes.cnpq.br/9344662967503617
https://orcid.org/0000-0001-7551-9235
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:Cartografia
Caminhada
São Carlos
Patrimônio ferroviário
Cartography
Walking
Railway Heritage
Descrição
Resumo:As linhas férreas das cidades contemporâneas são moldadas por forças e dinâmicas que criam ambiências múltiplas e heterogêneas, envolvendo corpos singulares e áreas expostas a constantes mudanças e conflitos. Na busca pelo reconhecimento dessas forças que tecem a experiência corporal urbana, esta pesquisa se concentra no entorno da Estação Ferroviária de São Carlos-SP. Investiga práticas e inventividades urbanas através das percepções e cognições das relações do corpo com a cidade, focando nos sujeitos, nas ambiências e nos dispositivos que conformam esses encontros. Para revelar a experimentação na/com a cidade, utiliza o caminhar como dispositivo de habitar, observando os encontros pelos afetos. Emprega conceitos deleuziano-guattariano para destacar as diferenças, heterogeneidades e multiplicidades presentes nas ambiências analisadas. A prática reúne fotografias, mapeamentos afetivos, anotações de um diário de campo e expressões gráficas, que, quando revisitados e combinados, geram uma espécie de cartografia. Essa cartografia nunca se fecha e está sempre em movimento, constituindo uma pesquisa-experiência que mobiliza corpo e pensamento