Análise do preparo e da administração de medicamentos em unidades de cuidados intensivos

Analisar o preparo e administração de medicamentos. Método: Estudo observacional-quantitativo, cuja amostra foi composta por profissionais de enfermagem da Unidade de Terapia Intensiva Adulto e Unidade Coronariana de um hospital de ensino brasileiro. Resultados: Um total de 393 preparos de doses e 4...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Silva, Mirelle Cabreira de Almeida, Santos, Fabíola Calisto Magioni da Silva, Cardoso, Andréia Insabralde de Queiroz, Penha, Ramon Moraes, Polisel, Camila Guimarães
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2022
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS)
Repositorio:Repositório Institucional da UFMS
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.ufms.br:123456789/11786
Acceso en línea:https://repositorio.ufms.br/handle/123456789/11786
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:CNPQ::CIENCIAS DA SAUDE
Segurança do paciente
Erros de medicação
Hospital
Sistemas de medicação
Descripción
Sumario:Analisar o preparo e administração de medicamentos. Método: Estudo observacional-quantitativo, cuja amostra foi composta por profissionais de enfermagem da Unidade de Terapia Intensiva Adulto e Unidade Coronariana de um hospital de ensino brasileiro. Resultados: Um total de 393 preparos de doses e 412 administrações de medicamentos foram avaliados. A presença de pelo menos um erro foi observado em 94,14% (n= 370) dos processos de preparo e em 82,8% (n=341) dos processos de administração de medicamentos. Erros de preparo identificados foram as falhas na técnica asséptica: não desinfecção de ampolas/frascos 56% (n=148); não desinfecção de bancada 76% (n=200) e não utilização Equipamentos de Proteção Individual 80% (n=212), os erros de administração foram provenientes da técnica 69% (n=323) e horário das medicações 22% (n=105). Conclusões: Os resultados contribuíram para a caracterização dos erros relacionados ao processo de preparo e administração de medicamentos e no reconhecimento das fragilidades de processos assistenciais relacionados à segurança do paciente no uso de medicamentos.