De “Ilha da Magia” à cidade criativa – reposicionamento e transformações urbanas em Florianópolis (SC)

O presente artigo analisa a trajetória recente de Florianópolis (SC) para se tornar uma cidade criativa. Ao mesmo tempo em que se eleva o status de metrópole regional, a alcunha de “ilha da magia” vai se desvinculando da sua identidade original e volta-se à exploração da diversão e de prazeres. A pa...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Tischer, Wellington, Tarouco, Fabricio
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2022
País:Brasil
Institución:Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR)
Repositorio:Revista Brasileira de Planejamento e Desenvolvimento
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:periodicos.utfpr:article/14221
Acceso en línea:https://periodicos.utfpr.edu.br/rbpd/article/view/14221
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Planejamento Urbano e Regional
Cidades Criativas; Planejamento Urbano; Arte Urbana; Reposicionamento.
Descripción
Sumario:O presente artigo analisa a trajetória recente de Florianópolis (SC) para se tornar uma cidade criativa. Ao mesmo tempo em que se eleva o status de metrópole regional, a alcunha de “ilha da magia” vai se desvinculando da sua identidade original e volta-se à exploração da diversão e de prazeres. A partir da sua aprovação na Rede de Cidades Criativas da UNESCO (UCCN em inglês), a cidade se projeta como um destino gastronômico e o slogan “Floripa – cidade criativa” emerge no sentido de reforçar a modalidade turística voltada ao turismo de negócios e eventos. Uma série de estratégias de reposicionamento territorial foi analisada como: a) instalação de incubadoras e startups de economia criativa; b) vídeos institucionais buscando promover a cidade para outros países do MERCOSUL; c) incentivo a artistas locais na realização de grafismos em murais artísticos. Como reflexão, alguns indicadores apontam para grandes desafios quanto aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) e a delineada gentrificação no centro histórico. Como conclusões, analisa-se a mudança de posicionamento voltado a busca por outro perfil de turista que não nega a “ilha da magia”, mas busca agregar atributos urbanos e cosmopolitas à cidade diante de um cenário competitivo entre destinos turísticos.