HIPERPLASIA MAMÁRIA FELINA - RELATO DE CASO

A hiperplasia mamária felina (HMF) pode ser desenvolvida por um transtorno do organismo dependente de substâncias progestacionais naturais ou sintéticas, caracterizada por um rápido aumento de uma ou mais glândulas mamárias. O objetivo deste trabalho foi relatar um caso de hiperplasia mamária em um...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Viana, Diego Carvalho, dos Santos, Amilton Cesar, Rui, Leandro Almeida, Oliveira, Daniela Moraes de, Silva, Arannadia Barbosa, Carvalho Costa, Francisco das Chagas Flávio, Neto, Antônio Chaves de Assís
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2013
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Uberlândia (UFU)
Repositorio:Revista Veterinária Notícias (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.www.seer.ufu.br:article/19815
Acceso en línea:https://seer.ufu.br/index.php/vetnot/article/view/19815
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Felino
glândula mamária
hiperplasia
progestágenos
Descripción
Sumario:A hiperplasia mamária felina (HMF) pode ser desenvolvida por um transtorno do organismo dependente de substâncias progestacionais naturais ou sintéticas, caracterizada por um rápido aumento de uma ou mais glândulas mamárias. O objetivo deste trabalho foi relatar um caso de hiperplasia mamária em um felino. Uma gata, sem raça definida, com onze meses de idade, nulípara, foi encaminhada ao setor de clínica do Hospital Veterinário da Universidade Estadual do Maranhão com um histórico de redução do apetite e aumento de volume de todas as cadeias mamárias, o qual ocorreu dias após a administração de um contraceptivo, à base de acetato de medroxiprogesterona. De acordo com a anamnese e o exame clínico suspeitou-se de hiperplasia mamária felina. Como terapia, foi proposta a realização da ovariosalpingohisterectomia, porém o animal veio a óbito alguns dias após o procedimento. A utilização de progestágenos sintéticos na espécie felina, em decorrência de sua forte predisposição ao desenvolvimento de hiperplasia mamária, é de grande risco, sendo, nesse caso, necessário rápido diagnóstico e intervenção terapêutica na tentativa de conter a evolução do quadro clínico e evitar complicações que podem culminar com o óbito do animal.