Gramatologia e crítica histórica
Não se pode, na superação ao positivismo historiográfico, anular os ganhos obtidos com a crítica documental. Seus recursos constituem a espinha dorsal do método investigativo em história. Por outro lado, falta ainda a ele uma teoria elaborada da escritura, uma análise de sua potencialidade enquanto...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2014 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Goiás (UFG) |
| Repositorio: | Revista de Teoria da História |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.revistas.ufg.br:article/28460 |
| Acceso en línea: | https://revistas.ufg.br/teoria/article/view/28460 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Derrida documento epistemologia desconstrução escritura |
| Sumario: | Não se pode, na superação ao positivismo historiográfico, anular os ganhos obtidos com a crítica documental. Seus recursos constituem a espinha dorsal do método investigativo em história. Por outro lado, falta ainda a ele uma teoria elaborada da escritura, uma análise de sua potencialidade enquanto campo de saber e das suas relações com a realidade temporal. A nosso ver, a Gramatologia elaborada por Jacques Derrida fornece pontos relevantes para a elaboração de um método mais rigoroso de conhecimento histórico, livre das categorias metafísicas advindas do logocentrismo ocidental. |
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